Escorpion Armado (Tlahui Colotl)
Cambiando la piel
Cambiando de ser
En bestia te convierte
El olor de la muerte
Obsidiana en tu ojo
Reflejado tu odio amorfo
En vesicula veneno hirviente
En garganta rugir vehemente
Tu obscura piel
Tu moteada piel
Respiras su temor
Reflejado en su dolor
La muerte inunda tu ser
De indefinido placer
Derramando serpientes
Para hacer la tierra fertil
El aguila al gritar
Desata bestias a matar
Rugidos de ira desgarrados
En lamento quedan ahogados
Armas cantan a la muerte
En niebla espera la serpiente
Respira tu rastro, espera el instante
Lluvia, fango sangre...
Tu obscura piel
Tu moteada piel
Respiras su temor
Reflejado en su dolor
La muerte inunda tu ser
De indefinido placer
Derramando serpientes
Para hacer la tierra fertil
Resignada la derrota en tus pies
No te importa maldecir a los dioses
Frente a la gran piramide estas
Y eliges matar una vez mas
Jaguares y flecha en el piso inertes
Y una vez mas regalas la muerte
Y ahora hincado frente al espejo
Bizarro esta tu reflejo
Sin la muerte, ¿tu vida que seria?
Sangra los ojos, tu ultima caceria
Ahora sentiras en ti, el placer que haz otorgado
Ojos en sangre, extasiado, escorpion armado
La obsidiana abre tu pecho, y tu corazon es levantado
Nada emana tu garganta, sin aliento, in aliento
Doce estrellas
Xulio gonzalez
Hoy el frio no es nada
Hoy nuestra piel resiste tau sol
Mis ojos han visto la verdad en ti
Ahora mis ojos saben sentir
No vivo en el aire, de la tierra es el hombre
Aquellos que abran los ojos
Aquellos que escuchen entenderan
Canto este canto para subir al cielo
Para danzar en la noche, para mirar mi camino detras
Perdona esta lengua, lengua que no calla
Tu sabes que despues de un tiempo
Todo lo escribo la mano enemiga
Escorpião Armado (Tlahui Colotl)
Trocando de pele
Mudando de ser
Te transforma em besta
O cheiro da morte
Obsidiana no seu olho
Refletido seu ódio amorfo
Em vesícula veneno fervente
Na garganta rugir veemente
Sua pele obscura
Sua pele manchada
Você respira seu temor
Refletido em sua dor
A morte inunda seu ser
De prazer indefinido
Derramando serpentes
Para fazer a terra fértil
A águia ao gritar
Solta bestas para matar
Rugidos de ira rasgados
Em lamento ficam afogados
Armas cantam à morte
Na névoa espera a serpente
Respira seu rastro, espera o instante
Chuva, lama, sangue...
Sua pele obscura
Sua pele manchada
Você respira seu temor
Refletido em sua dor
A morte inunda seu ser
De prazer indefinido
Derramando serpentes
Para fazer a terra fértil
Resignada a derrota em seus pés
Não se importa em amaldiçoar os deuses
Diante da grande pirâmide você está
E escolhe matar mais uma vez
Jaguar e flecha no chão inertes
E mais uma vez você presenteia a morte
E agora ajoelhado diante do espelho
Bizarro está seu reflexo
Sem a morte, sua vida o que seria?
Sangra os olhos, sua última caça
Agora você sentirá em si, o prazer que concedeu
Olhos em sangue, extasiado, escorpião armado
A obsidiana abre seu peito, e seu coração é levantado
Nada emana de sua garganta, sem fôlego, in alento
Doze estrelas
Xulio Gonzalez
Hoje o frio não é nada
Hoje nossa pele resiste a esse sol
Meus olhos viram a verdade em você
Agora meus olhos sabem sentir
Não vivo no ar, da terra é o homem
Aqueles que abrirem os olhos
Aqueles que ouvirem entenderão
Canto este canto para subir ao céu
Para dançar na noite, para olhar meu caminho atrás
Perdoe esta língua, língua que não se cala
Você sabe que depois de um tempo
Tudo o que escrevo é pela mão inimiga
Composição: Cruz / Noe / Rodrigo