Háblame Del Sur
Podria contarte un millón de historias de mi gente,
que desmostrara que no somos diferentes,
podria pero primero tienes que querer escucharlas,
con el corazon abierto sino tan solo seran palabras.
Negro, blanco, amarillo
moreno y colorao
para la piel cualquiera es bueno,
todos menos el morao,
menos el morao.
Hablame del sur,
de su luna.
Hablame de abril,
de sus flores.
Hablame de besos curanderos,
y dame cervecita y caracoles.
Hablame del sur,
de su gente.
Hablame de noches de relente,
hablame poruqe yo siempre escucho
mientras que no hable una serpiente.
No te das cuenta que resultas primitivo,
que tu discurso hoy ya no tiene sentido,
que las diferencias que tu sigus viendo entre nosotros,
son alucinaciones en el desierto de tu odio.
Negro, blanco, amarillo
moreno y colorao
para la piel cualquiera es bueno,
todos menos el morao,
menos el morao.
Hablame del sur,
de su luna.
Hablame de abril,
de sus flores.
Hablame de besos curanderos,
y dame cervecita y caracoles.
Hablame del sur,
de su gente.
Hablame de noches de relente,
hablame poruqe yo siempre escucho
mientras que no hable una serpiente.
Fale-me do Sul
Podia te contar um milhão de histórias da minha gente,
que mostrariam que não somos diferentes,
podia, mas primeiro você tem que querer ouvi-las,
com o coração aberto, senão serão só palavras.
Negro, branco, amarelo
moreno e colorido
para a pele, qualquer um é bom,
todos menos o roxo,
menos o roxo.
Fale-me do sul,
dela lua.
Fale-me de abril,
das suas flores.
Fale-me de beijos curandeiros,
e me traga uma cervejinha e caracóis.
Fale-me do sul,
da sua gente.
Fale-me de noites de relente,
fale-me porque eu sempre escuto
desde que não fale uma serpente.
Você não percebe que está sendo primitivo,
que seu discurso hoje já não faz sentido,
que as diferenças que você ainda vê entre nós,
são alucinações no deserto do seu ódio.
Negro, branco, amarelo
moreno e colorido
para a pele, qualquer um é bom,
todos menos o roxo,
menos o roxo.
Fale-me do sul,
dela lua.
Fale-me de abril,
das suas flores.
Fale-me de beijos curandeiros,
e me traga uma cervejinha e caracóis.
Fale-me do sul,
da sua gente.
Fale-me de noites de relente,
fale-me porque eu sempre escuto
desde que não fale uma serpente.