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Filme da Minha Vida

El Barrio

Peliculón

Bajó un telón de acero
En la frontera de tus besos
Llevando al infortunio
Doblaito de equipaje
Mi amor a sotavento
Deseando que tu cuerpo
No sea el recaudador
En mi estúpido peaje

Buscando entre tu falda
Redimirme de pecados
Habiendo confesado ante ti
Mi cruel renuncio
Sabiendo que jugaste torpemente
A mi pasado
Pues si esa es mi película
Que me pongan anuncios

Hoy por hoy mi corazón
No se vende por piedad
No se rige del sonido de tus pasos
No es monótona canción
No pasa necesidad
De aguantar la idiosincrasia
La ignorancia, la constancia
Repugnancia, la arrogancia
Más intento, más fracasos

(Cómo quieres que te quiera)
(Si siempre me andas gritando)
(Como si mi cuerpo fuera)
(Una columna de mármol)

Mirando con medida
Mis actos y mis palabras
Debate con remate
Cada vez que me pronuncio
Siempre en la cuerda floja
Esperando el jaque mate
Que si esta es mi película
Que a mí me pongan anuncios

Hoy por hoy mi corazón
No se vende por piedad
No se rige del sonido de tus pasos
Ya no es monótona canción
Ya no hay necesidad
De aguantar la idiosincrasia
La ignorancia, la constancia
Repugnancia, la arrogancia
Más intento, más fracasos

(Cómo quieres que te quiera)
(Si siempre me andas gritando)
(Como si mi cuerpo fuera)
(Una columna de mármol)

Hay un lugar
Donde el Sol y el amor nunca duerme
Donde el tiempo y la ilusión se detiene
Y tú no estás

Hay un lugar
Donde una mirada vive del calor eterno
Y cabalgan las verdades por los besos
Y tú no estás

Cómo quieres que te quiera

Filme da Minha Vida

Caiu um pano de aço
Na fronteira dos teus beijos
Levando ao infortúnio
Com a bagagem dobrada
Meu amor a favor do vento
Desejando que teu corpo
Não seja o cobrador
Na minha taxa estúpida

Buscando entre sua saia
Me redimir dos pecados
Tendo confessado a você
Meu cruel abandono
Sabendo que você jogou de forma tosca
Com meu passado
Pois se essa é minha história
Que me coloquem anúncios

Hoje em dia meu coração
Não se vende por pena
Não se rege pelo som dos teus passos
Não é canção monótona
Não há necessidade
De aguentar a idiossincrasia
A ignorância, a constância
Repugnância, a arrogância
Mais tentativas, mais fracassos

(Como quer que eu te ame)
(Se você vive gritando)
(Como se meu corpo fosse)
(Uma coluna de mármore)

Olhando com cautela
Meus atos e minhas palavras
Debate com desfecho
Toda vez que me pronuncio
Sempre na corda bamba
Esperando o xeque-mate
Que se essa é minha história
Que a mim me coloquem anúncios

Hoje em dia meu coração
Não se vende por pena
Não se rege pelo som dos teus passos
Já não é canção monótona
Já não há necessidade
De aguentar a idiosincrasia
A ignorância, a constância
Repugnância, a arrogância
Mais tentativas, mais fracassos

(Como quer que eu te ame)
(Se você vive gritando)
(Como se meu corpo fosse)
(Uma coluna de mármore)

Há um lugar
Onde o Sol e o amor nunca dormem
Onde o tempo e a ilusão se detêm
E você não está

Há um lugar
Onde um olhar vive do calor eterno
E as verdades cavalgam pelos beijos
E você não está

Como quer que eu te ame