Vendimias Moras
A la vendimia mora, mora, mora
A la vendimia yo me voy a najá
Pa juntar cuatro doblones
Que no me falte de na
Pasaste por mis umbrales
Y la noche se hizo día
Tú te morías por verme
Y ahora soy yo el que se muere
Las vueltas que da la vía
Te conformabas con verme
Y en tu boca siempre no
Grandes fatigas las mías
El más infeliz de este mundo
Está viviendo mejor que yo
Me compadezco, pobre del pobre
Y pobrecito del que se duerme
Con los amores hay que estar alerta
Si no se los lleva la corriente
A la revolver
Te entren buenos pensamientos
Y que me vuelvas a querer
Se deja llevar por el sueño de unos besos
Túnica morá y en la cara un pañuelo
Dueña de un sultán de mezquitas de terciopelo
Lleva tatuada las estrellas y los vientos
Vive encadenada a las arenas del desierto
Dueña de un sultán de mezquitas de terciopelo
A la vendimia mora, mora, mora
A la vendimia yo me voy a najá
Pa juntar cuatro doblones
Que no me falte de na
Colheita de amoras
Um blackberry vintage, blackberry, blackberry
Para a vindima vou para o najá
Para reunir quatro dobrões
Que não me falta nada
Você ultrapassou meus limites
E a noite se tornou dia
Você estava morrendo de vontade de me ver
E agora sou eu quem morre
As voltas que a estrada dá
Você ficou satisfeito em me ver
E nem sempre na sua boca
Grande cansaço meu
O mais infeliz neste mundo
Está vivendo melhor que eu
Sinto pena dos pobres
E coitadinha que adormece
Com amor você tem que estar alerta
Se a corrente não os levar
Mexer
Bons pensamentos vêm para você
E que você me ama de novo
Se deixa levar pelo sonho de alguns beijos
Túnica Mora e um lenço no rosto
Dono de um sultão de mesquita de veludo
As estrelas e os ventos estão tatuados
Vidas acorrentadas às areias do deserto
Dono de um sultão de mesquita de veludo
Um blackberry vintage, blackberry, blackberry
Para a vindima vou para o najá
Para reunir quatro dobrões
Que não me falta nada