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Flor de Cabaré

El Caballero Gaucho

Flor de Cabaret

Te cansaron mis caricias
Ya estabas acostumbrada
A saborear en la orgía
Las burbujas del alcohol

Con tus hechos lo demuestras
Que tu sangre envenenada
No puede arrancar las vibras de tu pobre corazón

No reniego de tu vida; al fin tú no eres culpable
El destino te hizo esclava; pobre flor de cabaret
Para rodar en el vicio; hasta caer deshojada
A las plantas de un mal hombre que te abandonó después

Hice por vos cuanto pude
Jugándome hasta la vida
Para hacerte que olvidaras
Aquella huella fatal
¡Que vano mi sacrificio!
¡Eras mala y pervertida!
Solamente te cegaron
El dinero y el percal

Es inútil que pretendas
Volver de nuevo a mi lado
Bastante daño me hiciste
Con tu cruel humillación

Hoy vuelves cansada y vieja
De trasegar en el fango
Arrastrándote a mis plantas
Para pedirme perdón

No reniego de tu vida; al fin tú no eres culpable
El destino te hizo esclava; pobre flor de cabaret
Para rodar en el vicio; hasta caer deshojada
A las plantas de un mal hombre que te abandonó después

Hice por vos cuanto pude
Jugándome hasta la vida
Para hacerte que olvidaras
Aquella huella fatal
¡Que vano mi sacrificio!
¡Eras mala y pervertida!
Solamente te cegaron
El dinero y el percal

Flor de Cabaré

Te cansaram minhas carícias
Já tava acostumada
A saborear na orgia
As bolhas do álcool

Com suas ações você mostra
Que seu sangue envenenado
Não consegue arrancar as vibrações do seu pobre coração

Não renego sua vida; afinal, você não é culpada
O destino te fez escrava; pobre flor de cabaré
Pra rolar no vício; até cair desfolhada
Aos pés de um homem ruim que te abandonou depois

Fiz por você tudo que pude
Arriscando até a vida
Pra fazer você esquecer
Aquela marca fatal
Que vão meu sacrifício!
Você era má e pervertida!
Só te cegaram
O dinheiro e o tecido

É inútil você tentar
Voltar de novo ao meu lado
Bastante dano você me fez
Com sua cruel humilhação

Hoje você volta cansada e velha
De se arrastar na lama
Se arrastando aos meus pés
Pra me pedir perdão

Não renego sua vida; afinal, você não é culpada
O destino te fez escrava; pobre flor de cabaré
Pra rolar no vício; até cair desfolhada
Aos pés de um homem ruim que te abandonou depois

Fiz por você tudo que pude
Arriscando até a vida
Pra fazer você esquecer
Aquela marca fatal
Que vão meu sacrifício!
Você era má e pervertida!
Só te cegaram
O dinheiro e o tecido

Composição: Manuel Penella Moreno