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Eu Sou a Vilã

El Cantar del Dragón

Yo Soy La Mala

Entonces en tu historia yo soy la mala
La sombra incomoda la pieza que no encaja
Me pintaste con culpa con fuego y fallas
Pero olvidaste el pulso que me daba vida en tu garganta

Dicen mi nombre como si fuera un juicio
Me miran como si yo hubiera elegido el abismo
Pero no tiemblan mis manos ya no me lastiman
Si todos lo creen que así sea me divierta la rima

Soy la mala está bien ya no me preocupa
Si el mundo necesita un monstruo yo me pongo la capucha
Pero no olvides cuando cuentes tu versión la parte donde me diste voz y corazón

Te serví de excusa de espejo y de herida me hiciste pecado pa salvar tu narrativa
Ahora cargas la culpa disfrazada de verdad porque un villano creado también sabe señalar
No nací del caos ni del error fui escrita por tu miedo y tu rencor
Si soy fuego tu encendiste la chispa si soy el final tu empezaste la historia

Soy la mala está bien ya no me preocupa
Ya aprendí a sonreír cuando el miedo me apunta
Pero no olvides cuando
Busques redención

Contar la escena donde me hiniste tu creación
Porque incluso los demonios recuerdan su origen
Y yo sé muy bien quién sostuvo la pluma que me dirige
No me borres del relato no mientas al final sin mí
Tu historia nunca habria aprendido a sangrar

Si soy la mala dilo sin temor
Pero cuenta completa la verdad no solo el rumor
Porque si caigo, no caigo sola en esta función
Recuerda decir en voz alta que tú me creaste

Yo solo cumpli mi rol
Yo solo cumpli mi rol
Yo solo cumpli mi rol

Eu Sou a Vilã

Então na sua história eu sou a vilã
A sombra incômoda, a peça que não se encaixa
Me pintou com culpa, com fogo e falhas
Mas esqueceu o pulso que me dava vida na sua garganta

Dizem meu nome como se fosse um julgamento
Me olham como se eu tivesse escolhido o abismo
Mas minhas mãos não tremem, já não me machucam
Se todos acreditam, que assim seja, me divirto com a rima

Sou a vilã, tudo bem, já não me preocupa
Se o mundo precisa de um monstro, eu coloco a capuz
Mas não esqueça quando contar sua versão, a parte onde me deu voz e coração

Te servi de desculpa, de espelho e de ferida, me fez pecado pra salvar sua narrativa
Agora carrega a culpa disfarçada de verdade, porque um vilão criado também sabe apontar
Não nasci do caos nem do erro, fui escrita pelo seu medo e seu rancor
Se sou fogo, você acendeu a chama, se sou o final, você começou a história

Sou a vilã, tudo bem, já não me preocupa
Já aprendi a sorrir quando o medo me aponta
Mas não esqueça quando
Procurar redenção

Contar a cena onde me fez sua criação
Porque até os demônios lembram de sua origem
E eu sei muito bem quem segurou a caneta que me dirige
Não me apague do relato, não minta no final, sem mim
Sua história nunca teria aprendido a sangrar

Se sou a vilã, diga sem medo
Mas conte a verdade completa, não só o boato
Porque se eu cair, não caio sozinha nessa função
Lembre-se de dizer em voz alta que você me criou

Eu só cumpri meu papel
Eu só cumpri meu papel
Eu só cumpri meu papel

Composição: