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O Guardião

El Cholo Berrocal

El Guardián

Yo te pido, guardián, que cuando muera
Borres los rastros de mi humilde fosa
Yo te pido, guardián, que cuando muera
Borres los rastros de mi humilde fosa

No permitas que nazca enredadera
Ni que coloquen funerarias rosas
No permitas que nazca enredadera
Ni que coloquen funerarias rosas

Una vez muerto, me eche en el olvido
Y mi existencia quede terminada
Es por eso, guardián, que yo te pido
Que sobre mi tumba no permitas nada
Es por eso, guardián, que yo te pido
Que sobre mi tumba no permitas nada

Deshierba mi sepulcro día a día
Y arroja lejos el montón de tierra
Y si va a llorar la amada mía
Hazla salir del cementerio y cierra
Y si va a llorar la amada mía
Hazla salir del cementerio y cierra

Una vez muerto, me eche en el olvido
Y mi existencia quede terminada

Es por eso, guardián, que yo te pido
Que sobre mi tumba no permitas nada
Es por eso, guardián, que yo te pido
Que sobre mi tumba no permitas nada

O Guardião

Eu te peço, guardião, que quando eu morrer
Apague os rastros da minha humilde cova
Eu te peço, guardião, que quando eu morrer
Apague os rastros da minha humilde cova

Não permita que nasça trepadeira
Nem que coloquem rosas de funerária
Não permita que nasça trepadeira
Nem que coloquem rosas de funerária

Uma vez morto, me jogue no esquecimento
E minha existência fique encerrada
É por isso, guardião, que eu te peço
Que sobre minha tumba não permita nada
É por isso, guardião, que eu te peço
Que sobre minha tumba não permita nada

Desenterre meu sepulcro dia após dia
E jogue longe o monte de terra
E se a minha amada for chorar
Faça ela sair do cemitério e feche
E se a minha amada for chorar
Faça ela sair do cemitério e feche

Uma vez morto, me jogue no esquecimento
E minha existência fique encerrada

É por isso, guardião, que eu te peço
Que sobre minha tumba não permita nada
É por isso, guardião, que eu te peço
Que sobre minha tumba não permita nada