El Guardián
Yo te pido, guardián, que cuando muera
Borres los rastros de mi humilde fosa
Yo te pido, guardián, que cuando muera
Borres los rastros de mi humilde fosa
No permitas que nazca enredadera
Ni que coloquen funerarias rosas
No permitas que nazca enredadera
Ni que coloquen funerarias rosas
Una vez muerto, me eche en el olvido
Y mi existencia quede terminada
Es por eso, guardián, que yo te pido
Que sobre mi tumba no permitas nada
Es por eso, guardián, que yo te pido
Que sobre mi tumba no permitas nada
Deshierba mi sepulcro día a día
Y arroja lejos el montón de tierra
Y si va a llorar la amada mía
Hazla salir del cementerio y cierra
Y si va a llorar la amada mía
Hazla salir del cementerio y cierra
Una vez muerto, me eche en el olvido
Y mi existencia quede terminada
Es por eso, guardián, que yo te pido
Que sobre mi tumba no permitas nada
Es por eso, guardián, que yo te pido
Que sobre mi tumba no permitas nada
O Guardião
Eu te peço, guardião, que quando eu morrer
Apague os rastros da minha humilde cova
Eu te peço, guardião, que quando eu morrer
Apague os rastros da minha humilde cova
Não permita que nasça trepadeira
Nem que coloquem rosas de funerária
Não permita que nasça trepadeira
Nem que coloquem rosas de funerária
Uma vez morto, me jogue no esquecimento
E minha existência fique encerrada
É por isso, guardião, que eu te peço
Que sobre minha tumba não permita nada
É por isso, guardião, que eu te peço
Que sobre minha tumba não permita nada
Desenterre meu sepulcro dia após dia
E jogue longe o monte de terra
E se a minha amada for chorar
Faça ela sair do cemitério e feche
E se a minha amada for chorar
Faça ela sair do cemitério e feche
Uma vez morto, me jogue no esquecimento
E minha existência fique encerrada
É por isso, guardião, que eu te peço
Que sobre minha tumba não permita nada
É por isso, guardião, que eu te peço
Que sobre minha tumba não permita nada