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O Sentimentalismo

El Cholo Berrocal

El Sentimentalismo

El día que yo muera, no quiero que me lloren
Al contrario quisiera que repiquen campanas
Y en mi humidlde ataúd, un letrero que diga
Ya se va el desgraciado y nunca volverá
Y en mi humidlde ataúd, un letrero que diga
Ya se va el desgraciado y nunca volverá

De mortaja me pongan mi bandera peruana
La imagen de mis padres, irá en mi corazón
Y mi esposa artística en mis brazos irá
Para cantar allá, mi música Peruana
Y mi esposa artística en mis brazos irá
Para cantar allá, mi música Peruana

Tus deseos se cumplirán Berrocal
Ojalá Dios te escuche hermano
Mi única aspiración en esta vida, es la muerte

Yo pido a mis amigos que me hechen bajo tierra
Y cubran mi cadáver con un montón de piedras
Y en vez de cruz me pongan una rama de cardo
Para que ni las huellas queden de este bohemio
Y en vez de cruz me pongan una rama de cardo
Para que ni las huellas queden de este bohemio

Hermoso debe ser dormir el sueño eterno
En el silencio fúnebre de una sepultura
Ahí mi triste cuerpo mi nombre y mi guitarra
Dormirán en sueño eterno para no despertar
Ahí mi triste cuerpo mi nombre y mi guitarra
Dormirán en sueño eterno para no despertar

O Sentimentalismo

No dia em que eu morrer, não quero que chorem por mim
Pelo contrário, gostaria que badalassem os sinos
E no meu humilde caixão, uma placa que diga
Já se foi o desgraciado e nunca mais voltará
E no meu humilde caixão, uma placa que diga
Já se foi o desgraciado e nunca mais voltará

De mortalha me ponham minha bandeira peruana
A imagem dos meus pais, ficará no meu coração
E minha esposa artística em meus braços irá
Para cantar lá, minha música peruana
E minha esposa artística em meus braços irá
Para cantar lá, minha música peruana

Seus desejos se realizarão, Berrocal
Tomara que Deus te escute, irmão
Minha única aspiração nesta vida é a morte

Eu peço aos meus amigos que me enterrem
E cubram meu cadáver com um monte de pedras
E em vez de cruz, me ponham um ramo de cardo
Para que nem as marcas fiquem desse boêmio
E em vez de cruz, me ponham um ramo de cardo
Para que nem as marcas fiquem desse boêmio

Deve ser lindo dormir o sono eterno
No silêncio fúnebre de uma sepultura
Lá meu triste corpo, meu nome e minha guitarra
Dormirão em sono eterno para não despertar
Lá meu triste corpo, meu nome e minha guitarra
Dormirão em sono eterno para não despertar