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Eu sei bem o que você esconde (Popurrit)

El Coro de José Manuel Pedrosa y David Fernández

Yo se bien lo que tu escondes (Popurrit)

Yo se bien lo que tu escondes
Aunque a veces pierda el norte
Se moverme en tus entrañas
Y sacarte los colores
Se muy bien donde se encuentran
Los filones de tu arte
Aquí estoy
Y vengo a destaparte
Voy abriendo galerías
Suena el golpe a bulerías
De la Plaza las Canastas
Voy subiendo a la Merced
Tengo abierto por la Viña
Un trocito de la vida
Y aquí suena Cádiz
A tango y a cuplé
Encontrarte
A la luz del candil
Con viejas coplas
Me haces vivir
Vengo a buscar la esencia
Que esta escondida bajo tus piedras
Y a remover tu bendita tierra
Para sacarte el hacha de guerra
Vengo a buscarte Cádiz
Bajo tu hierro que esta guardado
Vengo a mancharme en esta faena
Por ti la cara y tambien las manos
A buscarte
En las entrañas
De los gaditanos

Y ahora que te busco no te encuentro
He tenido que irme dentro
Donde nadie ya te mira
Que la mina de los gaditanos
Se nos ha ido de las manos
Y ahora está casi vendida
Que me cuesta ya reconocer
Esa estampa vieja del ayer
Que tu identidad no está perdida
A ver si se enteran ya de una vez
Que no vale solo prometer
Que hay que devolverte ya la vida
Golpe a golpe
Vuelve a renacer
Que no deja de creer
Quien te ve como una mina
Algo que no se puede vender
Que no se puede perder
Aunque este medio escondida

Solo así
Volverás a relucir
No te dejes reducir
A un puñado de ruinas
Llego al astillero
Que defiende el obrero
Pa ganarse la vida y el pan
Esos duros antiguos
Los metales perdidos
Que llevaron a Cádiz a escarbar
El viejo escaparate
De la tienda de antes
Los cristales que el tiempo rompió
El cemento y la graba
De aquella vieja grada
Con el mar pescaba otros dos
La basura, un palio
Letanías de un barrio
Que esta ley
Le quitaron su cruz
La plomada, la barquilla
Llega sobre la orilla
Que iluminan el faro y su luz
Cádiz todas tus esquinas
Que están protegidas
Por el bronce de un viejo cañón
A ver como se enteran
Que aquí la ratonera
Es un bache con su mostrador

Cádiz es más que Caleta
Más que la plata quieta
Más que los pasodobles
Cádiz es la que ha gustao
Ladrillos coloraos
Mineral de los pobres
Cádiz huele a cantera
De la piedra ostionera
Que ha viajado en el tiempo
Ese es nuestro mineral
Y el gaditano cabal
Lo lleva por dentro
Ese es nuestro mineral
Y el gaditano cabal
Lo lleva
A trabajar
A trabajar
En busca del filón
A trabajar
Hay que sacar de sus entrañas el filón
El que reluce desde siempre en tu interior
A trabajar
Buscando esa riqueza
Que no se puede tocar
Y que tienes tu
En tu cartera
Brillando sin parar
Yo he visto nacer
La copla en carnaval
A trabajar
Busca el quejio del flamenco
Y la voz
Que en las paredes
De tu barrio se quedó
Esa es tu identidad
El filón
Que ven aquí
No se puede agotar
Eres tú el que debe cavar
Para que vuelva a brotar
A trabajar

Que Cádiz nunca cierra
Su riqueza sin igual
Que un solo gaditanos
Es patrimonio universal
A trabajar
Que Cádiz no se rinda
Cavando coplas de carnaval
En las entrañas
De Cádiz
De Cádiz
De Cádiz
De Cádiz
De Cádiz
Uoo
Cavando en su interior
En las entrañas
De Cádiz
De Cádiz
De Cádiz
De Cádiz
De Cádiz
Uoo

Cavando en su interior
A trabajar
A trabajar
Cavando en su interior
Somos la roca
La sangre y la tierra
Somos latido
Y espuma del mar
Somos el aire
Y la luz del camino
La copa de vino
Que sabe brindar
Somos vecinos
Dándole al pico
Somos la plaza
De la libertad
Somos los barrios
Que abren sus puertas
Las calles revueltas
Somos la copla eterna
La más valiente
Que llega a los corazones
La mano que escribe el verso
Que arranca al pueblo
Las emociones
Sabemos que se siente
Viviendo solo el presente
Y todo está en nuestras entrañas
Latiendo tan fuerte
Que por más que quieran enterrarte
Entre tanto ruido
Que por más que quieran detenerte
Yo estaré contigo
Y sacando desde dentro

Al Cádiz que siento
Que vivo
Que llevo conmigo
Nada está perdido
Otro loco de rota
Todos juntos el camino
Y se embala de frente
Con su pico
Yo creo en tu gente
De plata y de oro
De las entrañas de Cádiz
Que pueden con todo
Que pueden con todo
Que pueden con todo
Cádiz
Bronce, plata, hierro
Cádiz
Sigue siendo el centro
Cádiz
Mira tus adentros
Cádiz
Viejo yacimiento
Cádiz
Sigue resistiendo
Cádiz
Yo voy a tu encuentro
Cádiz
Cádiz

Viejo malecón
De mis piedras dormidas
Yacimientos de sal
Que golpea la mar
Balcón de emoción
De mil noches divinas
Es la fragua de coplas
De mi carnaval
Es la reja de hierro
De la cárcel vieja
En los balcones rotos
De la catedral
Dígame donde hay
Una vida más pura
Un tesoro más grande
Que pueda encontrar
Cádiz es el mineral
De los soplos de vida

Cádiz es la quintaesencia
De la libertad
Cádiz tiene el filón
De las cosas sencillas
Que solo el gaditano
Le sabe encontrar
Viejo malecón
Yacimiento de sal
Cádiz
Cádiz
Cádiz

Eu sei bem o que você esconde (Popurrit)

Eu sei bem o que você esconde
Mesmo que às vezes eu perca o rumo
Consigo me mover nas suas entranhas
E te fazer corar
Sei muito bem onde estão
As veias do seu talento
Aqui estou
E venho te desenterrar
Vou abrindo galerias
Soa o golpe a bulerías
Da Praça das Cestas
Estou subindo pra Merced
Tenho aberto pela Viña
Um pedacinho da vida
E aqui soa Cádiz
A tango e a cuplé
Te encontrar
À luz do candeeiro
Com velhas canções
Você me faz viver
Vim buscar a essência
Que está escondida sob suas pedras
E a revolver sua terra bendita
Pra tirar de você o machado de guerra
Vim te buscar, Cádiz
Sob seu ferro que está guardado
Vim me sujar nessa tarefa
Por você, o rosto e também as mãos
Pra te buscar
Nas entranhas
Dos gaditanos

E agora que te busco não te encontro
Tive que ir pra dentro
Onde ninguém mais te olha
Que a mina dos gaditanos
Nos escapuliu das mãos
E agora está quase vendida
Que já me custa reconhecer
Essa imagem velha do ontem
Que sua identidade não está perdida
Vamos ver se eles se ligam de uma vez
Que não adianta só prometer
Que é preciso te devolver a vida
Golpe a golpe
Volta a renascer
Que não deixa de acreditar
Quem te vê como uma mina
Algo que não se pode vender
Que não se pode perder
Mesmo que esteja meio escondida

Só assim
Você voltará a brilhar
Não se deixe reduzir
A um punhado de ruínas
Chego ao estaleiro
Que defende o trabalhador
Pra ganhar a vida e o pão
Esses duros antigos
Os metais perdidos
Que levaram Cádiz a escavar
A velha vitrine
Da loja de antes
Os cristais que o tempo quebrou
O cimento e a brita
Daquela velha arquibancada
Com o mar pescava outros dois
O lixo, um palio
Letanias de um bairro
Que essa lei
Tirou sua cruz
A prumo, a barquinha
Chega sobre a beira
Que iluminam o farol e sua luz
Cádiz, todas suas esquinas
Que estão protegidas
Pelo bronze de um velho canhão
Vamos ver como eles se ligam
Que aqui a ratoeira
É um buraco com seu balcão

Cádiz é mais que Caleta
Mais que a prata parada
Mais que os pasodobles
Cádiz é a que agradou
Tijolos coloridos
Mineral dos pobres
Cádiz cheira a cantera
Da pedra ostionera
Que viajou no tempo
Esse é nosso mineral
E o gaditano cabal
O leva por dentro
Esse é nosso mineral
E o gaditano cabal
O leva
Pra trabalhar
Pra trabalhar
Em busca do filão
Pra trabalhar
Tem que tirar de suas entranhas o filão
O que brilha desde sempre no seu interior
Pra trabalhar
Buscando essa riqueza
Que não se pode tocar
E que você tem
Na sua carteira
Brilhando sem parar
Eu vi nascer
A canção no carnaval
Pra trabalhar
Busque o quejio do flamenco
E a voz
Que nas paredes
Do seu bairro ficou
Essa é sua identidade
O filão
Que vem aqui
Não se pode esgotar
Você é quem deve cavar
Pra que volte a brotar
Pra trabalhar

Que Cádiz nunca fecha
Sua riqueza sem igual
Que um só gaditano
É patrimônio universal
Pra trabalhar
Que Cádiz não se renda
Cavando canções de carnaval
Nas entranhas
De Cádiz
De Cádiz
De Cádiz
De Cádiz
De Cádiz
Uoo
Cavando em seu interior
Nas entranhas
De Cádiz
De Cádiz
De Cádiz
De Cádiz
De Cádiz
Uoo

Cavando em seu interior
Pra trabalhar
Pra trabalhar
Cavando em seu interior
Somos a rocha
O sangue e a terra
Somos batida
E espuma do mar
Somos o ar
E a luz do caminho
A taça de vinho
Que sabe brindar
Somos vizinhos
Dando com o pico
Somos a praça
Da liberdade
Somos os bairros
Que abrem suas portas
As ruas reviradas
Somos a canção eterna
A mais valente
Que chega aos corações
A mão que escreve o verso
Que arranca do povo
As emoções
Sabemos como é sentir
Vivendo só o presente
E tudo está em nossas entranhas
Batendo tão forte
Que por mais que queiram te enterrar
Entre tanto barulho
Que por mais que queiram te deter
Eu estarei contigo
E tirando de dentro

O Cádiz que sinto
Que vivo
Que levo comigo
Nada está perdido
Outro louco de rota
Todos juntos no caminho
E se embala de frente
Com seu pico
Eu acredito no seu povo
De prata e de ouro
Das entranhas de Cádiz
Que podem com tudo
Que podem com tudo
Que podem com tudo
Cádiz
Bronze, prata, ferro
Cádiz
Continua sendo o centro
Cádiz
Olhe para dentro
Cádiz
Velho jazimento
Cádiz
Continue resistindo
Cádiz
Eu vou ao seu encontro
Cádiz
Cádiz

Velho malecón
Das minhas pedras dormidas
Jazimentos de sal
Que a maré bate
Balcão de emoção
De mil noites divinas
É a forja de canções
Do meu carnaval
É a grade de ferro
Da velha prisão
Nos balcões quebrados
Da catedral
Diga-me onde há
Uma vida mais pura
Um tesouro maior
Que eu possa encontrar
Cádiz é o mineral
Dos sopros de vida

Cádiz é a quintessência
Da liberdade
Cádiz tem o filão
Das coisas simples
Que só o gaditano
Sabe encontrar
Velho malecón
Jazimento de sal
Cádiz
Cádiz
Cádiz

Composição: David Fernández Romero, Raúl Rodríguez Martínez, José Manuel Pedrosa Rodríguez, Antonio Rodríguez Pino, Eduardo Bablé Neira, Manuel Enrique García Rosado