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Antes de Começar (Popurrit)

El Coro de Los Estudiantes

Antes de empezar (Popurrit)

Antes de empezar
Que quede muy clarito que estas aves de corral
En su gallinero tienen plena libertad
Para aplaudir o criticar
¡Faltaba más!
Siempre ha sido así
El gallo que me cante tiene que saber que aquí
Dependerá su suerte de lo que me haga sentir
Se tiene que enfrentar a mí
Y solamente a mí
Tengo que reconocer
Que picoteo alguna vez
Que puedo ser bastante cruel
Pero también
Soy la única capaz
Me basta con cacarear
Para poner patas arriba
Este teatro
Tengo poca cresta y espolón
Pero aquí arriba mando yo
La reina del corral
La que más cerca está
El cielo de tocar
Y eso que no puedo volar
A tantos escuché
Y a pocos me entregué
No soy tan fácil de domar
Yo soy de hacerme de rogar
Que no se te vaya a olvidar
¡Yo soy la reina del corral!
Yo soy la reina del corral
De mí siempre se ha hablado y casi siempre para mal
Y nadie te ha contado toda, toda, la verdad
No, no, y va siendo hora ya
Que sepas por mi boca lo que nadie te contó
Mentira repetida no se carga de razón
No, no, mentira se quedó
No creáis lo que se dice de mí
Hay mucho zorro suelto que te quiere confundir
No creáis lo que se dice de mí
Porque a esta gallinita siempre se la ve venir
De frente, siempre hay alguien que te miente
Que en el rumor se hace más fuerte
Que habla entre dientes a tu alrededor
Y no soy yo
No creáis lo que se dice de mí
Hay más de un animal revoloteando por ahí
No creáis lo que se dice de mí
Porque esta gallinita no lo piensa permitir
Lo cierto es que todo gallinero
Tiene dentro un embustero
Que siempre encuentra oídos a su voz
Te engaña, te convence de su farsa
Te envenena con palabras
Y se hace dueño de quién lo creyó
Y no soy yo
Si en algo estoy de acuerdo
No pienso negarlo, no me arrepiento
Es que yo soy de bulla, de armar jaleo
Yo soy de armar ruido
De palmas, de barullo, y ¡cuidaito!
Que se me suelta el pico
Y aunque yo pa todo el mundo
Tengo gritos y ovaciones
También tengo mucha gallina
Que va haciendo el carajote
Se sienta en este pollero
Borracha de fanatismo
Y entrega el alma siempre a los mismos
¡Ay! Qué pena de ti, gallinita ciega
Que la razón se te ha perdio
Que ni la buscas ni la encuentras
¡Ay! Qué pena de ti, gallinita ciega
Dime, ¿qué voy a hacer contigo?
¿Cómo te curo la ceguera?
Gira y gira, alborotando el gallinero
Y cuando no le interesa manda a callar
Shhh, ¡Vamos a escuchar!
Tú sigue pegando vueltas
A ver si con suerte en una de estas
Se te cae la venda
¡Ay! Qué pena de ti, gallinita ciega
Que más allá de estos ladrillos
Nadie te va a tener en cuenta
¡Ay! Qué pena de ti, gallinita ciega
Que si te miras al ombligo
Te pierdes más de lo que encuentras
Se hace el silencio
En mi garganta
Y rota, turuleta y desplumada
No queda otro remedio que ahuecar mis alas
Cierran cortinas
Se abren las calles
La copla deja atrás este teatro
Y empieza poco a poco a marchitarse
Porque son tantas las veces que se brinda
Son tantas veces cantada y repetida
Que lo que antes fue brillante ya no brilla
Ya no vuelve a ser jamás lo que aquí fue
Se apaga en boca del que pide, en su codicia
Poner más huevos de oro a la gallina
Hasta que deja de poner y llega el día
Que consigue regresar, dolida, vacía
Para sanar sus heridas en mí
De vuelta a mí perduran en el tiempo
De vuelta a mí, en mi voz se hace inmortal
De vuelta a mí reviven cada año
En mí se hace el milagro y vuelven a sonar
Y entérate, que el milagro está en la gente
Que viene aquí a entregar el corazón
Que solo así respiras el ambiente
Que cádiz tuvo siempre y alguna vez perdió
Si entras por primera vez
En este teatro
¡Creo en ti! Oh, todopoderoso carnaval
Reza el credo de los gaditanos
Besa el suelo que pisan tus piés
Ojalá que cuando vengas
Ojalá no dejes de animar
Ojalá que cruces esa puerta
Con la única intención de disfrutar
No te guardes aplausos ni risas
Grita cuando te toque gritar
No te sientas más protagonista
Que el que se sube aquí arriba a cantar
Ojalá suene a febrero
Ojalá que con cada función
Ojalá retumbe el falla entero
Como antiguamente siempre retumbó
Y recuerda dónde estás sentado
Que es mi casa, mi templo, y mi hogar
Y en mi casa me sobran los gallos
¡Yo soy la reina en este corral!
Yo soy principio y fin de cada verso
Soy pillo, soy María, ¡soy el pueblo!
El motor, la emoción, el calor, la pasión
Que yo soy la voz del falla por febrero
¡Gallinero!
¡Gallinero!
¡Gallinero!
¡La que estáis formando, chiquillo!

Antes de Começar (Popurrit)

Antes de começar
Que fique bem claro que essas aves de capoeira
No seu galinheiro têm total liberdade
Para aplaudir ou criticar
Faltava mais!
Sempre foi assim
O galo que me canta tem que saber que aqui
Sua sorte vai depender do que me faz sentir
Tem que encarar a mim
E somente a mim
Tenho que reconhecer
Que já bicotei algumas vezes
Que posso ser bem cruel
Mas também
Sou a única capaz
Basta eu cacarejar
Para bagunçar
Esse teatro
Tenho pouca crista e espolão
Mas aqui em cima quem manda sou eu
A rainha do galinheiro
A que mais perto está
De tocar o céu
E isso que não posso voar
A tantos ouvi
E a poucos me entreguei
Não sou tão fácil de domar
Eu sou de me fazer de difícil
Que não se esqueça
Eu sou a rainha do galinheiro!
Eu sou a rainha do galinheiro
De mim sempre se falou e quase sempre para mal
E ninguém te contou toda, toda, a verdade
Não, não, e já está na hora
De você saber pela minha boca o que ninguém te contou
Mentira repetida não se carrega de razão
Não, não, mentira ficou
Não acredite no que dizem de mim
Tem muito raposo solto que quer te confundir
Não acredite no que dizem de mim
Porque essa galinheta sempre se deixa ver
De frente, sempre tem alguém que te mente
Que no rumor se faz mais forte
Que fala entre dentes ao seu redor
E não sou eu
Não acredite no que dizem de mim
Tem mais de um animal voando por aí
Não acredite no que dizem de mim
Porque essa galinheta não vai permitir
O certo é que todo galinheiro
Tem dentro um embusteiro
Que sempre encontra ouvidos para sua voz
Te engana, te convence da sua farsa
Te envenena com palavras
E se faz dono de quem o acreditou
E não sou eu
Se em algo estou de acordo
Não vou negar, não me arrependo
É que eu sou de barulho, de armar confusão
Eu sou de fazer barulho
De palmas, de agitação, e cuidado!
Que solto o bico
E embora eu para todo mundo
Tenha gritos e ovacionamentos
Também tenho muita galinha
Que fica fazendo besteira
Se senta nesse galinheiro
Bêbada de fanatismo
E entrega a alma sempre aos mesmos
Ai! Que pena de você, galinheta cega
Que a razão se te perdeu
Que nem a busca e nem a encontra
Ai! Que pena de você, galinheta cega
Diga, o que vou fazer com você?
Como te curo a cegueira?
Gira e gira, alvoroçando o galinheiro
E quando não interessa manda calar
Shhh, Vamos ouvir!
Você continua dando voltas
Vamos ver se com sorte em uma dessas
Cai a venda
Ai! Que pena de você, galinheta cega
Que além desses tijolos
Ninguém vai te dar atenção
Ai! Que pena de você, galinheta cega
Que se olhar para o próprio umbigo
Se perde mais do que encontra
Faz-se o silêncio
Na minha garganta
E quebrada, tonta e depenada
Não há outro remédio senão abrir minhas asas
Fecham cortinas
Abrem as ruas
A canção deixa para trás esse teatro
E começa pouco a pouco a murchar
Porque são tantas as vezes que se brinda
São tantas vezes cantada e repetida
Que o que antes foi brilhante já não brilha
Já não volta a ser jamais o que aqui foi
Apaga-se na boca do que pede, em sua ganância
Colocar mais ovos de ouro na galinha
Até que para de pôr e chega o dia
Que consegue voltar, ferida, vazia
Para curar suas feridas em mim
De volta a mim perduram no tempo
De volta a mim, em minha voz se faz imortal
De volta a mim revivem a cada ano
Em mim se faz o milagre e voltam a soar
E fique sabendo, que o milagre está nas pessoas
Que vêm aqui entregar o coração
Que só assim se respira o ambiente
Que Cádiz sempre teve e alguma vez perdeu
Se entrar pela primeira vez
Nesse teatro
Acredito em você! Oh, todo-poderoso carnaval
Reza o credo dos gaditanos
Beija o chão que pisam seus pés
Oxalá que quando vier
Oxalá não pare de animar
Oxalá que cruze essa porta
Com a única intenção de se divertir
Não guarde aplausos nem risadas
Grite quando for sua vez de gritar
Não se sinta mais protagonista
Que quem sobe aqui em cima para cantar
Oxalá soe a fevereiro
Oxalá que com cada apresentação
Oxalá retumbe o Falla inteiro
Como antigamente sempre retumbou
E lembre-se onde está sentado
Que é minha casa, meu templo, e meu lar
E na minha casa sobram os galos
Eu sou a rainha neste galinheiro!
Eu sou princípio e fim de cada verso
Sou travesso, sou Maria, sou o povo!
O motor, a emoção, o calor, a paixão
Que eu sou a voz do Falla por fevereiro
Galinheiro!
Galinheiro!
Galinheiro!
Olha a confusão que vocês estão fazendo, garoto!

Composição: Antonio Bayón Gutiérrez, Rubén Cao Moreno