Gallinero (Presentación)
¡Gallinero!
¡Gallinero!
¡Gallinero!
Otra vez vuelvo a tener
El pellizco en la barriga
Otra vez te vuelvo a ver
Así llevo todo el día
Con los nervios a flor de piel
Otra vez, con la carne de gallina
Porque empieza otra función
Porque vuelvo a estar contigo
Porque no hay nada mejor
Que sentir escalofríos
Al subir cada escalón
¡Va telón!, que me acerca al paraíso
¡Aligérate, por Dios!
Que hay un hueco allí delante, ese es mi sitio
Pero tenme agarraíto
¡Qué me tiro!, ¡qué me tiro!, ¡qué me tiro!
¡Gallinero!
¡Gallinero!
¡Gallinero!
Yo soy la alegría, la guasa
Y el corazón de este teatro
Que late al compás de las palmas
Que esta gallina va marcando
Yo soy la que hace temblar
Cada rincón del escenario
Soy alma, duende y milagro
¡Que yo soy cádiz por carnaval!
Jartible a rabiar
La que siempre quiere más
La gallina escandalosa
Que nunca supo callar
No puedo aguantar
Mira, ¡qué barbaridad!
La que forma el gallinero
Cuando se arranca a cantar
Somos los hinchapelotas
Viene a esta tierra un barquito
¡Qué bonito, qué bonito!
¡Cai!
¡Esto si que es un peazo coro!
¡Somos las momias agüete
La gente no respeta ni que estamos en carnaval
¡Ole, ole mi cai, y lo digo a boca llena!
Yo soy principio y fin de cada verso
Soy pillo, soy María, ¡soy el pueblo!
El motor, la emoción, el calor, la pasión
Que yo soy la voz del falla por febrero
¡Gallinero!
¡Gallinero!
¡Gallinero!
¡La que estáis formando, chiquillo!
Galera (Apresentação)
Galera!
Galera!
Galera!
Mais uma vez eu sinto
Aquele frio na barriga
Mais uma vez eu te vejo
Assim passo o dia inteiro
Com os nervos à flor da pele
Mais uma vez, com a pele arrepiada
Porque começa mais um show
Porque estou de novo com você
Porque não há nada melhor
Do que sentir arrepios
Ao subir cada degrau
Vai, cortina!, que me leva pro paraíso
Acelera, pelo amor de Deus!
Que tem um espaço ali na frente, é o meu lugar
Mas me segura firme
Que eu vou me jogar!, que eu vou me jogar!, que eu vou me jogar!
Galera!
Galera!
Galera!
Eu sou a alegria, a zoeira
E o coração desse teatro
Que bate no ritmo das palmas
Que essa galera vai marcando
Eu sou quem faz tremer
Cada canto do palco
Sou alma, espírito e milagre
Que eu sou Cádiz no carnaval!
Chata pra caramba
A que sempre quer mais
A galera barulhenta
Que nunca soube calar
Não consigo aguentar
Olha, que barbaridade!
A que forma a galera
Quando começa a cantar
Somos os chatos
Vem pra essa terra um barquinho
Que bonito, que bonito!
Cai!
Isso sim é um baita coro!
Somos as múmias agüete
O povo não respeita nem que estamos no carnaval
Ô, ô, meu Cai, e eu digo com toda a força!
Eu sou o começo e o fim de cada verso
Sou travesso, sou Maria, sou o povo!
O motor, a emoção, o calor, a paixão
Que eu sou a voz do Falla em fevereiro
Galera!
Galera!
Galera!
Olha o que vocês estão fazendo, garoto!
Composição: Antonio Bayón Gutiérrez, Rubén Cao Moreno