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Você já não é mais que uma sombra (Pasodoble)

El Coro de Los Estudiantes

Ya no eres sino una sombra (Pasodoble)

Ya no eres sino una sombra
De lo que fuiste
Y aunque siga tu gallinero
Siendo un cañón
Po, po, po, po
Po, po, po, po
Esa magia que te envolvía
Ya la perdiste
Las finales del Falla
En peligro de extinción
Cada hueco de este teatro
Viste de gala
De antifaces y plumeros
Qué final más gaditana

Ay, ay, ay
Pero a tu alrededor
Se secó la hierbabuena
Y en tu plaza de Fragela
Hoy se hace un botellón
No es cuestión de pintarse la cara
Con dos coloretes
Es que no se respira
El ambiente de siempre
Ya no tiene sabor
La importancia
Ni el lustre de antaño
Ni la personalidad
Que le da el gaditano
Asómate a la ventana
Y mira tu casa

Ay mi pobrecito Falla
Ya nadie viene haciendo pasacalles
Con toa esa gente medio borracha
No hay nadie que escuche el Fallo
En las callejitas
Nadie canta en Medicina
Ya no huele a carnaval
Tantas cosas de ayer se han perdido
Por culpa de tres malages
Que no
Que no entienden que esto es mío
Que no saben estar
Que no saben estar
Ni vivir mi fiesta
Con el respeto
Que se merece
Que se merece nuestra final

Você já não é mais que uma sombra (Pasodoble)

Você já não é mais que uma sombra
Do que você foi
E mesmo que seu galinheiro
Continue sendo um canhão
Pô, pô, pô, pô
Pô, pô, pô, pô
Aquela magia que te envolvia
Você já perdeu
As finais do Falla
Em perigo de extinção
Cada canto desse teatro
Vestido de gala
Com máscaras e plumas
Que final mais gaditano

Ai, ai, ai
Mas ao seu redor
Secou a hortelã
E na sua praça de Fragela
Hoje rola um botellón
Não é só questão de pintar o rosto
Com dois blushs
É que não se respira
O clima de sempre
Já não tem sabor
A importância
Nem o brilho de antigamente
Nem a personalidade
Que o gaditano traz
Olhe pela janela
E veja sua casa

Ai meu pobrezinho Falla
Ninguém mais vem fazendo passacalles
Com toda essa gente meio bêbada
Não tem ninguém que escute o Fallo
Nas ruazinhas
Ninguém canta em Medicina
Já não cheira a carnaval
Tantas coisas do passado se perderam
Por culpa de três malas
Que não
Que não entendem que isso é meu
Que não sabem estar
Que não sabem estar
Nem viver minha festa
Com o respeito
Que ela merece
Que ela merece nossa final

Composição: Antonio Bayón Gutiérrez, Rubén Cao Moreno