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Mãos Abertas

El Desvan Del Duende

Manos Abiertas

MANOS ABIERTAS

Por la mañana con que madrugo,
por la esperanza que espera el triunfo,
por tu sonrisa entrecortada,
por tu lucero en mi ventana.
Llegará la noche nueva,
las amapolas sin primavera,
las locuras, los desencuentros,
las estrellitas sin firmamento...
Ganaré,
mientras todos se contagien con mi ser.
Viviré,
con las manos abiertas, manos abiertas...
Tu serás el animal que vuela solo,
la esmeralda que planea convertirse en mi tesoro.
Yo seré la eterna mariposa
que no se posa ni reposa en los tormentos de tu piel.

Volverán
los tiempos del amor por desnudar.
Mirarás
con los ojos cerrados, ojos cerrados.

Todo son mendrugos de tristeza,
cuando en mis brazos de niño no siento tu inocencia.
Todo es la parte de este cuento
que inventé pensando en ti quizá sin fundamentos.
De promesas y pecados que cumplir,
con la luna en su entereza para ti.
Mi locura, mi bravura, mi pasión
crece el mundo en mis adentros sin color. (Bis)

Mãos Abertas

MÃOS ABERTAS

Pela manhã, com que ânimo eu acordo,
pela esperança que aguarda o triunfo,
pelo seu sorriso entrecortado,
pela sua luz na minha janela.

Chegará a nova noite,
as papoulas sem primavera,
as loucuras, os desencontros,
as estrelinhas sem céu...

Eu vou ganhar,
mientras todos se contagiam com meu ser.
Vou viver,
com as mãos abertas, mãos abertas...

Você será o animal que voa sozinho,
a esmeralda que planeja se tornar meu tesouro.

Eu serei a eterna borboleta
que não pousa nem descansa nos tormentos da sua pele.

Voltarão
os tempos de amor por despir.
Você olhará
com os olhos fechados, olhos fechados.

Tudo são migalhas de tristeza,
quando em meus braços de criança não sinto sua inocência.
Tudo é a parte deste conto
que inventei pensando em você, talvez sem fundamentos.
De promessas e pecados a cumprir,
com a lua em sua plenitude para você.
Minha loucura, minha bravura, minha paixão
cresce o mundo dentro de mim sem cor. (Refrão)

Composição: