Tradução gerada automaticamente
Amarillo Iris
El Duende Del Parque
Íris amarela
Amarillo Iris
Olhe para o calor, que na sua letargia esquizofrênica ainda te vêMira el calor, que en su letargo esquizofrénico aun te ve
Auroras de pintura em pontas de cigarro com cinzas das asas de ontemPintando auroras en colillas con cenizas de las alas del ayer
Incorporado no que foiEmbebido en lo que fue
Eu quero nadar, em sua careta etérea e peculiarQuiero nadar, en tu ceño fruncido etéreo y peculiar
E no seu nariz de arte idílicaY en tu nariz de idílico arte
Eu quero sulcar, o leve arranhão no seu rosto que vaiQuiero surcar, el tenue rasguño en tu rostro que se va
Como seu amor me esquecerComo tu amor al olvidarme
E eu ouço sua voz, nas efêmeras orquídeas do adeusY oigo tu voz, en las efímeras orquídeas del adiós
Buscando afundar novamente nos gemidos sujos que aguçaramBuscando hundirme nuevamente en los escuálidos quejidos que aguzó
A pele de um salgueiro-chorãoLa piel de un sauce llorón
Eu quero admirar, a dobra que encontra sua bochecha ao acordarQuiero admirar, el pliegue que halla tu mejilla al despertar
Suas mãos ásperas transbordandoTus toscas manos rebosantes
Eu quero esquecer, que você saiu e acabou de naufragarQuiero olvidar, que te marchaste y solo quedó naufragar
Saiba que não vou te amar de novoSaber que no volveré a amarte
Lua de gelo, flor de papelLuna de hiel, flor de papel
Você engoliu meus dias ao amanhecerTe tragaste mis días en tu amanecer
E antes que eu contasse dez, eu estava derramando em seus pés terebintina de insôniaY antes de contar diez, fui vertiendo en tus pies trementina de insomnios
Sinta-se bem, chafurdando sua peleSiéntete bien, revolcando tu piel
Entre os paralelepípedos que você vêEntre los adoquines tizados que ven
Que eu fique no seu ontem, ansiando pela íris amarela dos seus olhosQue me quedo en tu ayer añorando el amarillo iris de tus ojos
Seus alunos giram entre partidas e eufemismosGiran, entre cerillos y eufemismos tus pupilas
Na nossa cama, onde te vi dormindoEn nuestra cama donde te veía dormida
Luz de memórias que oprimem as cortinasLuz de recuerdos que avasallan las cortinas
Desligue, suas meias quebradas onde ele encalhou em suas pernasCuelgan, tus mallas rotas donde encallaba en tus piernas
A queimadura do seu pescoço que me espreitaLa quemadura de tu cuello que me acecha
Sua risada esplêndida de azul e papel que ainda consegue me deixar loucoTu risa esplendida de azul y de papel que aun me consigue enloquecer
Mesmo que eu só saiba ontemAunque solo sepa a ayer
Agora você não está aqui e eu só posso lamentar e lembrarAhora no estás y solo puedo acongojarme y recordar
Teça seu cheiro em todos os lugaresTejer tu olor por todas partes
Veja você sair, como uma sombra que se empoleira no limiarVerte marchar, como una sombra que se posa en el umbral
Alguns viajando pôr do solDe algún ocaso itinerante
Eu sou o que era e não será de novo, mas eu ainda beijo seus lábios por do sol vermelhoSoy lo que fue y no volverá a ser pero aun beso tus labios rojo atardecer
Na imagem que eu esculpo com vento e sede em todos os cantosEn la imagen que esculpo con viento y con sed en todos los rincones
Pálidas penas de vômito cheias de respirações que esverdearamPalidecer vomitando las plumas plagadas de alientos que al reverdecer
Eles me deixam ferido entre as folhas do outono, entre as nuvens de tempestadeMe abandonan hirientes entre hojas de otoño, entre los nubarrones
Lua de geloLuna de hiel



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