Con Las Ganas
Cada esquina
Cada calle
Me va llevando
Por tu camino
Cada mínimo detalle
Te trae consigo
Cada tramo de memoria
Tiene la forma de tu cadera
Y ya no sé cómo invocarte
Pa' que aparezcas
Tal vez porque estás lejos
No se divisa que estoy gritando tu nombre
Por la ventana
Si supieras cuánto y de qué manera
Te estoy llamando, llamando y nada
No, no, no, no, no
Me quedo con las ganas de quedarme
Con las ganas de quedarme entre tu sabana
Y no paro de rogarle al viento
Que me arrastre hasta tus aposentos
Y no me canso de buscarte entre la gente
Ni de esperar a que te traiga la corriente
Le-le-le-le
Y no paro de rogarle al viento
Que me arrastre hasta tus aposentos
Y no me canso de buscarte entre la gente
Ni de esperar a que te traiga la corriente
No, no, no, no
Y enredarme entre tu ropa
Hasta aprenderme bien tu medida
Y encontrarte hasta en la sopa, mira
Esto no es vida
Tal vez porque estás lejos
No se divisa que estoy gritando tu nombre
Por la ventana
Si supieras cuánto y de qué manera
Te estoy llamando, llamando y nada
No, no, no, no, no, no
Me quedo con las ganas de quedarme
Con las ganas de quedarme
Con las ganas de quedarme
Con las ganas de quedarme entre tu sabana
Y no paro de rogarle al viento
Que me arrastre hasta tus aposentos
Y no me canso de buscarte entre la gente
Ni de esperar a que te traiga la corriente
Le-le-le-le
Y no paro de rogarle al viento
Que me arrastre hasta tus aposentos
Y no me canso de buscarte entre la gente
Ni de esperar a que te traiga la corriente
No, no, no, no
Com Vontade
Cada esquina
Cada rua
Me leva
Pelo seu caminho
Cada mínimo detalhe
Te traz junto
Cada pedaço de memória
Tem a forma da sua cintura
E já não sei como te chamar
Pra você aparecer
Talvez porque você está longe
Não dá pra ver que estou gritando seu nome
Pela janela
Se soubesse quanto e de que jeito
Estou te chamando, chamando e nada
Não, não, não, não, não
Fico com a vontade de ficar
Com a vontade de ficar entre seu lençol
E não paro de implorar pro vento
Que me leve até seus aposentos
E não me canso de te procurar entre a galera
Nem de esperar que a correnteza te traga
Le-le-le-le
E não paro de implorar pro vento
Que me leve até seus aposentos
E não me canso de te procurar entre a galera
Nem de esperar que a correnteza te traga
Não, não, não, não
E me enroscar nas suas roupas
Até decorar bem suas medidas
E te encontrar até na sopa, olha
Isso não é vida
Talvez porque você está longe
Não dá pra ver que estou gritando seu nome
Pela janela
Se soubesse quanto e de que jeito
Estou te chamando, chamando e nada
Não, não, não, não, não, não
Fico com a vontade de ficar
Com a vontade de ficar
Com a vontade de ficar
Com a vontade de ficar entre seu lençol
E não paro de implorar pro vento
Que me leve até seus aposentos
E não me canso de te procurar entre a galera
Nem de esperar que a correnteza te traga
Le-le-le-le
E não paro de implorar pro vento
Que me leve até seus aposentos
E não me canso de te procurar entre a galera
Nem de esperar que a correnteza te traga
Não, não, não, não