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Vocês Sabem Quem São

El Kanka

Sabéis Quiénes Sois

Amiguito, ¿cómo está'? Que me he acordao' de ti
Un abrazo muy grande, Juan, espero que
Que podamos hablar pronto
Salud, compadre, a ti y a los tuyos, mucha salud
Un besito, cariño, espero que estés bien
¿Le canta' a tío la canción? Caracol, -col, -col, ¿cómo es?
Catol, - tol, -tol

Amigos, compañeros, compadres y comadres
Colegas, camaradas, mis panas y carnales
Familia con o sin un vínculo de sangre
Mi clan, mi gente rara, mi estirpe de los bares
No sé qué es lo que haría sin vuesas majestades
Andamos el camino mejor acompañados
En los buenos momentos o en los momentos malos
A veces el viaje se pone cuesta abajo
Es bueno dar con quién tragar los malos tragos
Y brindar con vosotros se vuelve necesario

Gracias por el abrazo constante
Y por aguantar mis disparates
Aunque nunca os diga lo que os quiero
Tengo tantas ganas ya de veros

Quedamos en el muro, noche de borrachera
Nos ponemos profundos, nos da la ventolera
Partiéndonos el culo cantando carnavales
Arreglemos el mundo, que está para el arrastre
Os dejo en testamento mis risas, mis errores
Y la guitarra con la que inventamos callejones
Si os pasa lo que sea, remuevo tierra y aire
Que nunca estaréis solos si está vuestro compadre

Gracias por el abrazo constante
Y por aguantar mis disparates
Aunque nunca os diga lo que os quiero
Tengo tantas ganas ya de veros
Gracias por el abrazo constante
Y por aguantar mis disparates
Aunque nunca os diga lo que os quiero
Tengo tantas ganas ya de veros

Niño, ¿tú estará' tomando tu cervecita, no?
Que no me entere yo, ¿eh?

Vocês Sabem Quem São

Amigão, como você tá? Que eu lembrei de você
Um abraço bem grande, Juan, espero que
A gente possa conversar logo
Saúde, parceiro, pra você e pra sua família, muita saúde
Um beijinho, querido, espero que você esteja bem
Você canta pro tio a canção? Caracol, -col, -col, como é?
Catol, - tol, -tol

Amigos, companheiros, camaradas e camaradas
Colegas, irmãos, meus parças e carnales
Família com ou sem laço de sangue
Meu clã, minha galera estranha, minha linhagem dos bares
Não sei o que faria sem suas majestades
Estamos no caminho melhor acompanhados
Nos bons momentos ou nos momentos ruins
Às vezes a viagem fica difícil
É bom ter com quem dividir os perrengues
E brindar com vocês se torna necessário

Obrigado pelo abraço constante
E por aguentar minhas doideiras
Mesmo que eu nunca diga o quanto eu os amo
Estou com tanta vontade de ver vocês

Combinamos no muro, noite de bebedeira
Ficamos profundos, a gente se empolga
Rindo à toa cantando carnaval
Vamos arrumar o mundo, que tá uma bagunça
Deixo em testamento minhas risadas, meus erros
E o violão com o qual inventamos vielas
Se acontecer qualquer coisa, eu movo céu e terra
Vocês nunca estarão sozinhos se tiver seu parceiro

Obrigado pelo abraço constante
E por aguentar minhas doideiras
Mesmo que eu nunca diga o quanto eu os amo
Estou com tanta vontade de ver vocês
Obrigado pelo abraço constante
E por aguentar minhas doideiras
Mesmo que eu nunca diga o quanto eu os amo
Estou com tanta vontade de ver vocês

Menino, você tá tomando sua cervejinha, né?
Que eu não quero saber, viu?

Composição: