Las Manos de Un Ranchero
Mi papá vendió dos vacas cuando yo me fui a estudiar
También una parcela cuando se enfermó me amá
Las manos de un ranchero
La vida de un buen hombre trabajando en el cerro
Con casitas de adobe y si yo soy estudiado es por la creencia de un buen hombre
Montado en su caballo, me acuerdo de mi padre
Tomándose un cigarro y esperando la noche
Su rostro dulce y sabio casi no sonreía
Su vida misma al campo, su vida es su familia
Y si yo respeto al viejo, es porque se lo merecía
Con música de viento, lo fuimos a enterrar
Al lado de mi madre, esa fue su voluntad
Donde está su ranchito, donde vivió de niño
Recuerdos de mi viejo que nunca podré olvidar
Y estos son los corridos rancheros, compa
Los corridos de los hombres viejos
Siempre me he preguntado como chambiaba tanto
Tirado pa' la antigua muy sereno y callado
Como quiso a mi madre su reina consentida
Se adelantó primero mi viejita querida
Y a veces entre llantos recordaba que sonreía
Montado en su caballo, me acuerdo de mi padre
Tomándose un cigarro y esperando la noche
Su rostro dulce y sabio casi no sonreía
Su vida misma al campo, su vida es su familia
Y si yo respeto al viejo, es porque se lo merecía
Con música de viento, lo fuimos a enterrar
Al lado de mi madre, esa fue su voluntad
Donde está su ranchito, donde vivió de niño
Recuerdos de mi viejo que nunca podré olvidar
As Mãos de um Vaqueiro
Meu pai vendeu duas vacas quando fui estudar
Também uma parte da terra quando ficou doente, me amava
As mãos de um vaqueiro
A vida de um bom homem trabalhando na serra
Com casinhas de adobe e se eu sou estudado é por causa da crença de um bom homem
Montado no seu cavalo, lembro do meu pai
Fumando um cigarro e esperando a noite
Seu rosto doce e sábio quase não sorria
Sua vida era o campo, sua vida é sua família
E se eu respeito o velho, é porque ele merecia
Com música de sanfona, fomos enterrá-lo
Ao lado da minha mãe, essa foi sua vontade
Onde está seu ranchinho, onde viveu quando criança
Lembranças do meu velho que nunca poderei esquecer
E esses são os corridos de vaqueiro, parceiro
Os corridos dos homens antigos
Sempre me perguntei como ele trabalhava tanto
Com jeito antigo, muito sereno e calado
Como amou minha mãe, sua rainha querida
Minha velhinha se foi primeiro, a amada
E às vezes entre lágrimas lembrava que ele sorria
Montado no seu cavalo, lembro do meu pai
Fumando um cigarro e esperando a noite
Seu rosto doce e sábio quase não sorria
Sua vida era o campo, sua vida é sua família
E se eu respeito o velho, é porque ele merecia
Com música de sanfona, fomos enterrá-lo
Ao lado da minha mãe, essa foi sua vontade
Onde está seu ranchinho, onde viveu quando criança
Lembranças do meu velho que nunca poderei esquecer