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A Mulher Portuguesa

El Niño Gusano

La Mujer Portuguesa

La mujer portuguesa me absorbe con su paja,
al entrar en su vientre le ofrezco mi cabeza.

Al peluquero del cielo,
al sombrerero del cielo,
al camello del cielo.

La mujer portuguesa quiere tener bahía,
ella quiere bañarme y que mi piel caiga a tiras.

Un telescopio poned, en su cabeza a rosca poned,
para ver lo que no hay que ver, para ver lo que nadie vio.
Un telescopio poned, en su cabeza a rosca poned,
para ver lo que no hay que ver, para ver lo que nadie vio.

La mujer portuguesa en el tren de lavado,
en su carroza de fresa hay tres invitados.

Uno es el hombre galleta,
otro es la reina mofeta,
otro ella misma muy vieja.

La mujer portuguesa y su bigote de gato
hacen cosquillas a un mono que viste trajes muy caros.

Un telescopio poned, en su cabeza a rosca poned,
para ver lo que no hay que ver, para ver lo que nadie vio.
Un telescopio poned, en su cabeza a rosca poned,
para ver lo que no hay que ver, para ver lo que nadie vio.

A Mulher Portuguesa

A mulher portuguesa me absorve com seu jeito,
Ao entrar em seu ventre, ofereço minha cabeça.

Ao cabeleireiro do céu,
Ao chapeleiro do céu,
Ao camelo do céu.

A mulher portuguesa quer ter uma baía,
Ela quer me banhar e que minha pele se despedaçe.

Um telescópio ponham, na cabeça dela ponham,
Pra ver o que não se deve ver, pra ver o que ninguém viu.
Um telescópio ponham, na cabeça dela ponham,
Pra ver o que não se deve ver, pra ver o que ninguém viu.

A mulher portuguesa no trem de lavar,
Na sua carruagem de morango, há três convidados.

Um é o homem biscoito,
Outro é a rainha gambá,
Outro ela mesma, já bem velha.

A mulher portuguesa e seu bigode de gato
Fazem cócegas em um macaco que usa trajes bem caros.

Um telescópio ponham, na cabeça dela ponham,
Pra ver o que não se deve ver, pra ver o que ninguém viu.
Um telescópio ponham, na cabeça dela ponham,
Pra ver o que não se deve ver, pra ver o que ninguém viu.

Composição: