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Del Colegio Al Escenario

El Oscar

Letra

Do Colégio ao Palco

Del Colegio Al Escenario

Colégio, critérioColegio, criterio
Gângster no MinistérioGánster en el Ministerio
Uniforme apertado, nunca me serviuUniforme ajustao', nunca me quedó
Regras e regras, nunca respeiteiReglas y reglas, nunca los respeto
Os professores me odeiam: Esse cara não aprendeuLos profes me odian: Ese man no aprendió

Agora vê meu nome em um cartaz de ShowAhora ven mi nombre en un cartel de Show
Fui o problema na salaFui el problema en el salón
Sem atenção, sem direçãoSin atención, sin dirección
Demônio na religiãoDemonio en la religión
Me diziam: Você vai pra correçãoMe decían: Vas pra la corrección

Brigas, castigos, chamavam meus paisPeleas, castigos, citaban a mis viejos
Um dia gritam: Se continuar assim, te tiramos daquiUn día me gritan: Si seguís así, te sacamos de esto
Pensaram que a solução era me colocar em um colégio longePensaron que el cambio era meterme en un colegio lejos
Um internato onde nem o diabo faria festaUn internado donde ni el diablo haría festejo

La–la–la, la–la, la–la, la–la–la, la–la–laLa–la–la, la–la, la–la, la–la–la, la–la–la
Do colégio ao palcoDel colegio al escenario
Do colégio ao palco (sim)Del colegio al escenario (sí)
La–la–la, la–la, la–la, la–la–laLa–la–la, la–la, la–la, la–la–la
(Ok)(Okey)

Zero livros, zero oraçõesCero libros, cero oraciones
Zero perguntas, só imposiçõesCero preguntas, solo imposiciones
Zero conselhos, só ameaçasCero concejos, solo amenazas
Zero futuro, era o que pensavamCero futuro, eso pensaban

Patinando, do colégio pro estúdioPatín, del colegio al estudio
Assim conheci gente que me deu orgulhoAsí conocí a gente que me dio su orgullo
Disseram: Esse garoto manda bemDijeron: Ese chico le mete
E agora minhas rimas na rua são um murmúrioY ahora mis barras en la calle son un murmullo

Boom, trampolim, salto sem fimBoom, trampolín, salto sin fin
Do metrô até MedellínDel metro hasta Medellín
De uniforme feio a Bling–BlingDe uniforme feo a Bling–Bling
De caderno rasgado a um VIP (oh, sim)De cuaderno roto a un VIP (oh, sí)

La–la–la, la–la, la–la, la–la–la, la–la–laLa–la–la, la–la, la–la, la–la–la, la–la–la
Do colégio ao palcoDel colegio al escenario
Do colégio ao palcoDel colegio al escenario
La–la–la, la–la, la–la, la–la–laLa–la–la, la–la, la–la, la–la–la

Antes diziam: Você é um Baby featAntes decían: Eres un Baby feat
Agora dizem: Esse é o garoto que manda (sim)Ahora dicen: Ese es el nene que le mete (sí)
Sei que estou piradoSé que estoy demente

Cansei de acordar cedoMe cansé de levantarme temprano
E fugi do colégioY me volé del colegio
Mais uma vez a polícia revistando meus cadernosOtra vez la policía requisando mis cuadernos

Não tenho drogasNo tengo estupefacientes
Mas tenho rimas que explodem sua mentePero sí rimas que te estallan la mente
Letra cortante, fio nos dentesLetra hiriente, filo en los dientes
Golpe forte, ritmo diferenteGolpe contundente, ritmo diferente

Um criminoso, mas do somUn delincuente, pero del sonido
Um combatente, lírico no barulhoUn combatiente, lírico en el ruido
Inteligente, mas sem testemunhasInteligente, pero sin testigos
Porque minha mente vai a mil e não é presa nem com castigosPorque mi mente va a cien y no la arrestada ni con castigos

Garoto gângster aos dezesseisChico gánster a los dieciséis
Zero fé, zero estresseCero fe, cero estrés
O lápis foi meu único peixeEl lápiz fue mi único pez
Nadei contra a corrente, cheguei de novoNadé contra el río, llegué otra vez

A escola mata os artistas, viu?La escuela mata a los artistas, ¿ves?
Só querem robôs, não querem um reiSolo quieren robots, no quieren un rey
Mas a sala nunca me prendeu em sua redePero el aula nunca me atrapó en su red
Agora me escutam no Mercedes–BenzAhora me escuchan en su Mercedes–Benz

Cresci com fome, não com boloCrecí con hambre, no con pastel
Se eu caio, me levanto de novoSi me caigo, me paro otra vez
Eles me olham, dizem: Que nívelEllos me miran, dicen: Qué nivel
Hoje sou quem fatura no mêsHoy soy el que factura en el mes

Uma vez beijei a filha de uma professoraUna vez besé a la hija de una profesora
Não sabia, que ironia, soube no dia seguinteNo sabía, qué ironía, me enteré al otro día
Ela me olhava com malíciaElla me veía con picardía
Sua mãe com raiva e com maniaSu mamá con rabia y con manía

Eu queria ser o representante, não podiaYo quería ser el personero, no podía
Porque tinha contrato no ato sem contato, que agoniaPorque tenía contrato en el acto sin contacto, qué agonía
Acho que falta tato, pura hipocrisiaCreo que falta tacto, pura hipocresía
O poder está com quem nunca viveu na minha viaEl poder lo tienen quienes nunca han vivido en mi vía

Olhem na sociedade quem nos representaMiren en la sociedad quién nos representa
Um corrupto com mentiras violentasUn corrupto con mentiras violentas
Mas um garoto não pode ser porque corrompe as regrasPero un chico no lo puede ser porque corrompe las reglas
Então, quem decide quem merece a oferta?Entonces, ¿quién decide quién merece la ofrenda?

Professores com seu salário insignificanteProfes con su sueldo insignificante
Continuam ensinando a mesma coisa de antesSiguen enseñando lo mismo de antes
Desenham empregados pra que sejam constantesDiseñan empleados pra que Sean constantes
Mas nunca chefes nem independentesPero nunca jefes ni independientes

Olha, eu não me deixei levar, que intriganteMira, yo no me dejé llevar, qué intrigante
Prefiro ser livre, pensar delirantePrefiero ser libre, pensar delirante
O lápis e o ritmo, meu único amanteEl lápiz y el ritmo, mi único amante
Enquanto eles continuam assinando contratos frustrantesMientras ellos siguen firmando contratos frustrantes

Hrrm–Hrrm–Hrrm, ja, Desculpa se impressionoHrrm–Hrrm–Hrrm, ja, Perdón si los impresiono
Platão já dizia que a alma é inataPlatón ya decía que el alma es innata
Mas na escola a deixam opacaPero en la escuela la dejan opaca
Te metem verdades já mastigadasTe meten verdades ya masticadas
Sem espaço pra dúvida, sem mente impactadaSin espacio pra duda, sin mente impactada

Nietzsche gritava: Pense sem medoNietzsche gritaba: Piensa sin miedo
Mas a sala te amarra com regras de açoPero el aula te ata con reglas de acero
Querem operários, não um mundo sinceroQuieren obreros, no un mundo sincero
Por isso minha mente vai por outro caminhoPor eso mi mente va en otro sendero

Descartes duvidava, buscava razõesDescartes dudaba, buscaba razones
Mas aqui te obrigam a dar soluçõesPero aquí te obligan a dar soluciones
Memorizando sem convicçõesMemorizando sin convicciones
Matando perguntas com suas conclusõesMatando preguntas con sus conclusiones

E Sócrates disse: Não sei nadaY Sócrates dijo: No sé nada
Mas ao questionar, o envenenavamPero al cuestionar, lo envenenaban
Hoje ser diferente é a mesma jogadaHoy ser distinto es la misma jugada
Te calaram se pensas fora da jaulaTe callan si piensas fuera de su jaula

Por isso eu sou um gênio, meu flow os surpreendePor eso yo soy un genio, mi flow los asombra
Minha mente é livre, não segue sua sombraMi mente es libre, no sigue su sombra
Não fui moldado em seu triste tapeteNo fui moldeado en su triste alfombra
Minha escola foi o mundo, meu lápis a obraMi escuela fue el mundo, mi lápiz la obra

La–la–la, la–la, la–la, la–la–la, la–la–laLa–la–la, la–la, la–la, la–la–la, la–la–la
Do colégio ao palcoDel colegio al escenario
Do colégio ao palcoDel colegio al escenario
La–la–la, la–la, la–la, la–la–laLa–la–la, la–la, la–la, la–la–la
(Última de Juanfly e Oscar na cabine)(Última de Juanfly y Oscar en la cabina)


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