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Carnaval

El Oss

Carnaval

Entre erotismo y poesía
El primero es la metáfora de la sexualidad
Y la segunda es el erotismo del lenguaje

Entre las sombras que nos encubren
Nuestras siluetas se descubren
Un rocío afrodisiaco cubre nuestra hambre
Derramamos el brebaje salvaje
Que abre nuestro propio lenguaje
Un viaje, un trance hacia el instinto
Calor y frío

Sentí su piel como una roca
Bendigo sus poros con la maldad de mi locura
El alma a punto de salir de mi boca
El amor es puro, no sé, por qué lo censuran yo
Sus labios dicen mi nombre donde el pudor se esconde
Deseo sin licencia al volante
Ella era más que un pronombre
Arde, ven, acércate, no espero solo besarte
Solo los dos y el instante, tu relájate
Aquí no hay gravedad ni cordura que nos ate
El sexo solo es sucio si se hace bien
Lo escribió woody alen sensato y loco a la vez
Me dijo el fuego quema el papel
Muy bien, hoy tendré que escribir en su piel
Mi lengua es un lápiz en medio de una idea feliz
Hoy es feriado en Brasil, y mañana otro en París
Lento, procura disfrutar el momento
El único en que el alma no busca abandonar el cuerpo
Completo, sin gravedad ni acentos
Lo siento escribiendo así es difícil ser correcto
Olvida tu ortografía, sudor y metafísica en esta la noche más fría eres mía
Lo tuyo con todo y melodías historias del corazón, amor y lencería

Carnaval, carnal, erotismo, celestial
Carnaval, carnal, erotismo, celestial

Nada más suave que el preámbulo
Para otros un obstáculo, ni vergüenza ni miedo al ridículo
Te veo perfecta en este ángulo
Dos cuerpos envueltos en ese fuego constante y trémulo
Tu ropa en el suelo, dos corazones rasgan al cielo
Carnaval en tu nube si fuegos rompen el hielo
El erotismo baila alrededor y quiero
Entender por qué el sudor refresca al amor sincero
Algo celestial entre cuerpo y alma y licor
Más dulce y loco pero no deja resaca
Me olvidaras lo sé, merezco el karma
Pero escucharás de fondo ese tema de juaninacka
Eres tan sexy, simple y natural
Bebí del elixir sabor tu lápiz labial
Te sientes casi en otro plano astral
En síntesis, el placer ha cruzado el umbral
Mire tus ojos mientras se diluía el rímel
Lo que me despojo si ya solo queda piel
Solo escribo ni siquiera intento que rime
Sin tiempo ni lugar la muñeca besa al papel
Olvida tu ortografía, sudor y metafísica en esta la noche más fría eres mía
Lo tuyo con todo y melodías solo hablando de ti amor, tu que de mi dirías

Ay tú, desabrochas mi cordura y desvistes mi lujuria
Bebes de mi cianuras
Sin censura oh mi cintura, tu atadura
Soy la cura de tus tentaciones
Mixtura de emociones
Se desnudan las atracciones
Infracciones de placer
Embriaguez de éxtasis, que nos arremete
Tú me prometes el cielo, yo mi jardín un secreto de terciopelo

Carnaval

Entre o erotismo e a poesia
A primeira é a metáfora da sexualidade
E o segundo é o erotismo da linguagem

Entre as sombras que nos cobrem
Nossas silhuetas são descobertas
Um orvalho afrodisíaco cobre nossa fome
Nós derramamos a bebida selvagem
Isso abre nossa própria linguagem
Uma jornada, um transe rumo ao instinto
Quente e frio

Eu senti sua pele como uma pedra
Abençoo seus poros com o mal da minha loucura
A alma prestes a sair da minha boca
O amor é puro, não sei porque o censuram
Seus lábios dizem meu nome onde a modéstia se esconde
Desejo sem carteira de motorista
Ela era mais que um pronome
Queime, venha, chegue mais perto, não estou apenas esperando para te beijar
Só nós dois e o momento, você relaxa
Aqui não há gravidade ou sanidade que nos una
Sexo só é sujo se for bem feito
Woody Allen escreveu, sensato e louco ao mesmo tempo
Ele me disse que o fogo queima o papel
Muito bom, hoje terei que escrever na sua pele
Minha língua é um lápis no meio de uma ideia feliz
Hoje é feriado no Brasil e amanhã outro em Paris
Devagar, tente aproveitar o momento
O único em que a alma não procura sair do corpo
Completo, sem gravidade ou acentos
Me desculpe por escrever assim, é difícil estar correto
Esqueça sua ortografia, suor e metafísica nesta noite mais fria que você é minha
Sua com tudo e melodias, histórias do coração, amor e lingerie

Carnaval, carnal, erotismo, celestial
Carnaval, carnal, erotismo, celestial

Nada mais suave que o preâmbulo
Para outros um obstáculo, nem vergonha nem medo do ridículo
Eu vejo você perfeita nesse ângulo
Dois corpos envoltos naquele fogo constante e trêmulo
Suas roupas no chão, dois corações rasgam o céu
Carnaval na sua nuvem se o fogo quebrar o gelo
O erotismo dança e eu quero
Entenda por que o suor esfria o amor sincero
Algo celestial entre corpo e alma e licor
Mais doce e mais louco, mas sem ressaca
Você vai me esquecer, eu sei, eu mereço carma
Mas você vai ouvir aquela música do Juaninacka ao fundo
Você é tão sexy, simples e natural
Eu bebi o elixir que tinha gosto de seu batom
Você se sente quase em outro plano astral
Em suma, o prazer ultrapassou o limiar
Eu olhei nos seus olhos enquanto o rímel estava diluído
O que eu tiro se só sobrar pele
Eu apenas escrevo, nem tento fazer rimar
Sem hora nem lugar a boneca beija o papel
Esqueça sua ortografia, suor e metafísica nesta noite mais fria que você é minha
Seu com tudo e melodias só falando de você amor, o que você diria de mim

Oh você, você desabotoa minha sanidade e despe minha luxúria
Você bebe dos meus cianures
Sem censura, oh minha cintura, sua escravidão
Eu sou a cura para suas tentações
Mistura de emoções
As atrações estão despojadas
Violações de prazer
Embriaguez de êxtase, que nos ataca
Você me promete o paraíso, eu prometo ao meu jardim um segredo de veludo

Composição: