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Quem Canta, Seu Mal Espanta

El Ultimo De La Fila

El Que Canta, Su Mal Espanta

Dame tu caramelo, amor, dame el almíbar,
que tiene todo ese sabor que tú transpiras.
tres veces yo te traicioné, fue por orgullo,
despecho la primera fue, la última un gusto.
que, aunque otras bocas bese, mi niña,
y otros cuerpos abrace en mi vida,
sé que nunca será lo mismo.
dicen que el que canta su mal espanta.
Vaya "my darling", te marchaste y me dejaste como merluza sin espinas.
Antes de conocerte a ti yo era un chiquillo;
fue conocerte corazón y ver el brillo
del verdadero vacilón que da una hembra.
no son solo palabras para cantarlas,
y es un hecho bien cierto que a veces pasa,
desde que me dejaste soy un muñeco,
escombro, ruina, sombra, un trapo viejo.
Que aunque otras bocas bese, "my darling",
y otros cuerpos abrace en mi vida,
sé que nunca será lo mismo.
dicen que el que canta su mal espanta.
Dame botella colocón, mi compañera,
empino el codo con fruición, nadie me espera.
subo la cuesta de my "street" hacia mi casa;
nadie me espera en el hogar, la vida es bella.
dame tu caramelo, amor, dame el almíbar,
que tiene todo ese sabor que tu destilas.
retama, espliego con tu olor, me da la vida;
si tu me dejas moriré de dulce herida.

Quem Canta, Seu Mal Espanta

Me dá seu caramelinho, amor, me dá a calda,
que tem todo esse sabor que você exala.
três vezes eu te traí, foi por orgulho,
foi por despeito a primeira vez, a última foi um gosto.
que, embora outros lábios eu beije, minha menina,
e outros corpos eu abrace na minha vida,
sabendo que nunca será a mesma coisa.
dizem que quem canta seu mal espanta.
Olha, "meu bem", você foi embora e me deixou como peixe sem espinha.
Antes de te conhecer eu era só um moleque;
fui te conhecer, coração, e vi o brilho
do verdadeiro rolê que uma mulher dá.
não são só palavras pra eu cantar,
e é um fato bem certo que às vezes acontece,
desde que você me deixou sou um boneco,
escombro, ruína, sombra, um trapo velho.
Que embora outros lábios eu beije, "meu bem",
e outros corpos eu abrace na minha vida,
sabendo que nunca será a mesma coisa.
dizem que quem canta seu mal espanta.
Me dá uma garrafa, tô na brisa, minha parceira,
levanto o copo com alegria, ninguém me espera.
subo a ladeira da minha "rua" até em casa;
ninguém me espera no lar, a vida é bela.
Me dá seu caramelinho, amor, me dá a calda,
que tem todo esse sabor que você destila.
retama, espliego com seu cheiro, me dá vida;
se você me deixar, eu morro de doce ferida.

Composição: Manolo Garcia / Quimi Portet