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Ervas da Ásia

El Ultimo De La Fila

Hierbas De Asia

Saber cosas que nadie sabe
Errar contigo, mareaditos

Te trajo el viento y te amé como un niño
Eso no es gran cosa, pero algo hay que escribir

Hierbas de Asia de mil aromas
Mezclado en ellos aun te espero
Como un rey de ajedrez torpe y absurdo
Muere otra tarde gris de domingo

Todo lo que hago es quererte
Oh-oh-oh

He perdido el tiempo, hundido en la prosa vil
Improbables y benignos regresan los mitos de ayer
He perdido el tiempo que pasé lejos de ti

Mientras cae la lluvia a la luz de una vela
Leo tus viejas cartas, mis viejas canciones
Son de invierno suaves, perdidos para siempre
Risas que murieron con el viento helado

Vuelve e oscuro animal que hay dentro de mí
A pacer en el radiante azul del ayer
Vuelve la canción que nos hizo enamorar
Y la noche marroquí de tus besos

Déjame oler en tu piel todo aquello que perdí
Oh-oh-oh

He perdido el tiempo hundido en la prosa vil
Improbables y benignos, regresan los mitos de ayer
Oh-oh-oh

He perdido el tiempo que pasé lejos de ti
Saber cosas que nadie sabe
Errar contigo, "mareaditos"
Prosa vil de la vida, sucia eficacia
Que los sueños te borren, locos y libres

Ervas da Ásia

Saber coisas que ninguém sabe
Passeie com vocês, tontos

O vento te trouxe e eu te amei como uma criança
Isso não é grande coisa, mas algo precisa ser escrito

Ervas asiáticas com mil aromas
Misturado neles eu ainda espero por você
Como um rei de xadrez desajeitado e absurdo
Mais uma tarde cinzenta de domingo morre

Tudo o que eu faço é amar você
Oh-oh-oh

Perdi meu tempo, afundei em prosa vil
Improváveis e benignos, os mitos de ontem retornam
Eu desperdicei o tempo que passei longe de você

Enquanto a chuva cai à luz de velas
Eu leio suas cartas antigas, minhas canções antigas
São invernos suaves, perdidos para sempre
Risada que morreu com o vento gelado

O animal escuro dentro de mim retorna
Para pastar no azul radiante de ontem
A música que nos fez apaixonar está de volta
E a noite marroquina dos teus beijos

Deixe-me cheirar na sua pele tudo o que perdi
Oh-oh-oh

Perdi meu tempo afundado em prosa vil
Improváveis e benignos, os mitos de ontem retornam
Oh-oh-oh

Eu desperdicei o tempo que passei longe de você
Saber coisas que ninguém sabe
Para errar com você, "tonto"
Prosa vil da vida, eficiência suja
Deixe seus sonhos te apagarem, louco e livre

Composição: Manolo Garcia / Quimi Portet