Andar hacia los pozos no quita la sed
Quiero estar junto a tí.
He andado hacia los pozos
pero eso no quita la sed.
Hay un perro desnudo
que anda junto a mí;
peínate, dame un beso y hazme un
hueco en tu tibio jergón.
Harto de refrescos, de ver televisión,
de debates para memos, vuelvo junto a tí.
¿Quién apagará mi amarga sed
cuando tú estes lejos?
¿Quién me hará reir hasta morir
si tú no estás?
Borrachos de amor y de compasión
como monjes del Tíbet,
descalzos y libres.
Quédate a mi lado hermanita,
aunque sea un vagabundo...
¿Quién apagará mi amarga sed
cuando tú estes lejos?
¿Quién me hará reir hasta morir
si tú no estás?
¿Quién apagará mi amarga sed
cuando tú estes lejos?
¿Quién me hará reir hasta morir
si tú no estás?
Caminhar até os poços não mata a sede
Quero estar ao seu lado.
Eu andei até os poços
mas isso não mata a sede.
Tem um cachorro pelado
que anda comigo;
arruma o cabelo, me dá um beijo e faz um
buraco no seu colchão quentinho.
Cansado de refrigerante, de ver televisão,
de debates pra idiota, volto pra você.
Quem vai apagar minha amarga sede
quando você estiver longe?
Quem vai me fazer rir até morrer
se você não está?
Bêbados de amor e compaixão
como monges do Tibete,
descalços e livres.
Fica do meu lado, irmãzinha,
mesmo que eu seja um vagabundo...
Quem vai apagar minha amarga sede
quando você estiver longe?
Quem vai me fazer rir até morrer
se você não está?
Quem vai apagar minha amarga sede
quando você estiver longe?
Quem vai me fazer rir até morrer
se você não está?