Circular
Nunca pregunté por qué pobre me tocó nacer,
sólo me atrapó el destino
y esta vida circular de trabajar para beber
y así olvidar que mañana tengo que ir a trabajar.
Poner el lomo a los diez, ya no hay tiempo de soñar,
todo es demasiado crudo, ya no se puede fingir.
A trabajar para beber y así olvidar
que mañana otra vez tengo que ir a trabajar.
Y estar triste para qué? Si nada va a cambiar
Cuando la vida te duele se acabó la estupidez.
Por eso déjenme tomar y así olvidar
que mañana otra vez tengo que ir a trabajar.
Ciclo
Nunca perguntei por que tive que nascer pobre,
sólo me pegou o destino
e essa vida cíclica de trabalhar pra beber
e assim esquecer que amanhã tenho que ir trabalhar.
Colocar a cara a tapa aos dez, já não há tempo pra sonhar,
tudo é muito duro, já não dá pra fingir.
A trabalhar pra beber e assim esquecer
que amanhã de novo tenho que ir trabalhar.
E estar triste pra quê? Se nada vai mudar
Quando a vida te machuca, acabou a besteira.
Por isso me deixem beber e assim esquecer
que amanhã de novo tenho que ir trabalhar.