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Viva Cada Momento

El Vislumbre del Esteko

Vive Cada Momento

Vive cada momento
Sueña con la libertad
De tus manos y el canto
De tu baile su rezo
Y con pasión ancestral
Vuelve tus ojos y despliega su luz
Que mientras llorabas
La paz en ti sembró

Que te empape la lluvia
Que en abril se enamoro
De un poeta en desvelo
Perdido siempre en el tiempo
Que resuelve en copla y Sol
Vuela a lo lejos hacia lo eterno el amor
Y redescubre
La más sublime flor

Ay soledad
Io he visto tus ojos negros
Dormido entre sus cabellos
Embrujabas mis noches
Buscando hacerme olvidar
Zamba no dejes que perfume este adiós
Llega a mi pueblo
Y quedate en su corazón

Allá monte adentro
Cuida su verde esplendor
El sachayoj sabiendo
Que el hombre en su misterio
No es más que una ilusión
Ay pachamama que no se quiebre tu voz
Tú eres abrigo
Alimento vida y canción

Barrancas rojizas
Van guiando tu caudal
Y unos changos baquianos
Arriando dorados
Al llegar la oración
Inmenso río sobre su vientre marrón
Refresca mis ansias
De andar y dar amor

Ay soledad
Io he visto tus ojos negros
Dormido entre sus cabellos
Embrujabas mis noches
Buscando hacerme olvidar
Zamba no dejes que perfume este adiós
Llega a mi pueblo
Y quedate en su corazón

Viva Cada Momento

Viva cada momento
Sonhe com a liberdade
Das suas mãos e o canto
Do seu baile, sua prece
E com paixão ancestral
Vire seus olhos e espalhe sua luz
Que enquanto você chorava
A paz em você brotou

Que a chuva te molhe
Que em abril se apaixonou
Por um poeta em desvelo
Perdido sempre no tempo
Que resolve em verso e Sol
Voe longe em direção ao eterno amor
E redescubra
A flor mais sublime

Ai solidão
Eu vi seus olhos negros
Dormindo entre seus cabelos
Você encantava minhas noites
Tentando me fazer esquecer
Zamba, não deixe que perfume este adeus
Chegue à minha cidade
E fique em seu coração

Lá no interior da mata
Cuide de seu verde esplendor
O sachayoj sabendo
Que o homem em seu mistério
Não é mais que uma ilusão
Ai pachamama, que sua voz não se quebre
Você é abrigo
Alimento, vida e canção

Barrancas avermelhadas
Vão guiando seu curso
E uns macacos baquianos
Levando os dourados
Ao chegar a oração
Imenso rio sobre seu ventre marrom
Refresca minhas ansias
De andar e dar amor

Ai solidão
Eu vi seus olhos negros
Dormindo entre seus cabelos
Você encantava minhas noites
Tentando me fazer esquecer
Zamba, não deixe que perfume este adeus
Chegue à minha cidade
E fique em seu coração