La Clau (part. Adala)
Le puse lo que tenía en la mesa
Le dije no puedo volar me siento presa
Fruto de la sociedad y su decadencia
Me he quedado con la coraza medio abierta
Estoy buscando paz, en medio del compás
A ver si saco algo de lo que me enseñó mamá
Con la mentalidad, con el saber estar
Con mantenerme firme a pesar de lo que vendrá
Si vuelas alto y te ven te van a disparar
No corras tanto que el futuro corre marcha atrás
Simplificando lo que tengo para darte más
Pero si doy de dónde no hay no se puede sacar
El amor es un pacto, se firma con los actos
Supero traumas cuando los redacto
En mi libreta puedes leer mi pasado
Me recuerdan las putadas, y el individuo exacto
Alguna vez me han dicho que con mis letras impacto
Que me falta un poco de tacto
Escribiré hasta que me muera
Y recordaré a vuestros hijos
Quien tuvo la sartén por el mango
Cuándo empiezo a escribir todo fluye
Les abro la puerta y todos huyen
Ni vuestra risa me destruye
Me recuerda que quién vale vale y quién no, solo gruñe
Mucho amor pa los que apoyen
Ojalá nunca me fallen
Que si algún día lo dejo será porque me quedo grande
Y porque no supe ver mis cualidades
Le puse lo que tenía en la mesa
Le dije no puedo volar me siento presa
Fruto de la sociedad y su decadencia
Me he quedado con la coraza medio abierta
Le puse lo que tenía en la mesa
Le dije no puedo volar me siento presa
Fruto de la sociedad y su decadencia
Me he quedado con la coraza medio abierta
A cada tema un nou dilema
Vull quedarme sense cap esquema
Fugint de la bandera i de l’emblema
Per dins sento una fera que a mi em crema
Ploro i tinc la roba estesa
Dins la cova espessa, no tinc pressa
La palma de la mà a mi em resa
La Calma m’endressa
A mi ni fu ni fa
El foco a mi em fa pa'l
La fama a mi em fa mal
Jo ja no vull fer el salt
Estic dins de la clínica
I fora de l’estètica
La Meva set, la lírica
A mi m’omple la mística
Vaig de, la mà de l’ahir
Dramatitzo el demà
A mi m’es igual qui soc jo
Jo vull saber on anar
Sóc Muhammad Ali
Si es tracta d’esquivar
Sóc Salvador Dalí
Per poder-me afinar
Atrapat al meu parany
Lo normal em sembla estrany
Per dins tot fosc, tot blanc
Una porta sense pany
Si estic viva busco el dany
Si estic morta busco el plany
El cor batega sense sang
Sé que la clau no es buscar el pany
Le puse lo que tenía en la mesa
Le dije no puedo volar me siento presa
Fruto de la sociedad y su decadencia
Sé que la clau no es buscar el pany
Le puse lo que tenía en la mesa
Le dije no puedo volar me siento presa
Fruto de la sociedad y su decadencia
Sé que la clau no es buscar el pany
A Chave (part. Adala)
Coloquei o que tinha na mesa
Disse que não consigo voar, me sinto presa
Fruto da sociedade e sua decadência
Fiquei com a armadura meio aberta
Estou buscando paz, no meio do compasso
Para ver se tiro algo do que mamãe me ensinou
Com a mentalidade, com o saber estar
Em permanecer firme apesar do que virá
Se voar alto e te verem, vão atirar em você
Não corra tanto, o futuro corre marcha ré
Simplificando o que tenho para te dar mais
Mas se dou de onde não há, não se pode tirar
O amor é um pacto, assinado com ações
Supero traumas quando os redijo
Em meu caderno você pode ler meu passado
Me lembram das sacanagens, e do indivíduo exato
Algumas vezes me disseram que com minhas letras impacto
Que me falta um pouco de tato
Escreverei até morrer
E lembrarei aos seus filhos
Quem teve o controle
Quando começo a escrever, tudo flui
Abro a porta e todos fogem
Sua risada não me destrói
Me lembra que quem vale, vale e quem não, só resmunga
Muito amor para aqueles que apoiam
Espero que nunca me decepcionem
Se algum dia eu parar será porque fiquei grande
E porque não soube ver minhas qualidades
Coloquei o que tinha na mesa
Disse que não consigo voar, me sinto presa
Fruto da sociedade e sua decadência
Fiquei com a armadura meio aberta
Coloquei o que tinha na mesa
Disse que não consigo voar, me sinto presa
Fruto da sociedade e sua decadência
Fiquei com a armadura meio aberta
Para cada tema um novo dilema
Quero ficar sem esquema
Fugindo da bandeira e do emblema
Por dentro sinto uma fera que me queima
Choro e tenho a roupa estendida
Dentro da caverna espessa, não tenho pressa
A palma da mão reza por mim
A calma me endireita
Para mim tanto faz
O foco me faz mal
A fama me faz mal
Eu não quero mais dar o salto
Estou dentro da clínica
E fora da estética
Minha sede, a lírica
Me preenche a mística
Vou de, a mão do ontem
Dramatizo o amanhã
Para mim tanto faz quem sou eu
Quero saber para onde ir
Sou Muhammad Ali
Quando se trata de esquivar
Sou Salvador Dalí
Para poder me afinar
Preso em minha armadilha
O normal me parece estranho
Por dentro tudo escuro, tudo branco
Uma porta sem tranca
Se estou viva procuro o dano
Se estou morta procuro o lamento
O coração bate sem sangue
Sei que a chave não é procurar a tranca
Coloquei o que tinha na mesa
Disse que não consigo voar, me sinto presa
Fruto da sociedade e sua decadência
Sei que a chave não é procurar a tranca
Coloquei o que tinha na mesa
Disse que não consigo voar, me sinto presa
Fruto da sociedade e sua decadência
Sei que a chave não é procurar a tranca
Composição: Aleix Quirante Arans / Elena Maté Zaragoza / Federico Castro Hernández / Guillem Simo Vallve