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Chuva de Verão (part. Juancho de La Espriella)

Elder Dayán Díaz

Lluvia de Verano (part. Juancho de La Espriella)

Ya no tengo ni pena ni sufrimientos
Ya se fueron como el viento huracanado
Y las penas que me ardían dentro del pecho
De penas y sufrimientos se acabaron
Ya no quedan ni siquiera los recuerdos
Y si llegan ya son lluvias de verano

Canto, río, sueño y vivo alegre
Canto, río, sueño y vivo alegre
Al que le duela, que le duela
Si se queja es porque le duele
Al que le duela, que le duela
Si se queja es porque le duele

Aprendí en el diccionario de la vida
A conocer las mentiras de la gente
Menos mal que yo he sido un hombre valiente
Que aunque sangre no me duelen las heridas
Porque tengo mi experiencia conseguida
Mantendré siempre levantada la frente

Porque fuiste como lluvia de verano
Porque fuiste como lluvia de verano
Y al que le pique, que le pique
Por mí que se siga rascando
Y al que le pique, que le pique
Por mí que se siga rascando

Las lluvias del verano no son frecuentes
Son carrizos que refleja el tiempo malo
Y si vuelve una de las que me dejaron
Reconcilio porque no si soy valiente
Que no digan las mujeres que soy malo
Malas ellas que buscan su mala suerte

Tengo talla de hombre mujeriego
Tengo talla de hombre mujeriego
Como le hicimos con Peralta
Voy a cambiar de comedero
Como le hicimos con Peralta
Voy a cambiar de comedero

Chuva de Verão (part. Juancho de La Espriella)

Já não tenho nem tristeza nem sofrimentos
Já se foram como o vento furacão
E as dores que queimavam dentro do peito
De dores e sofrimentos acabaram
Já não restam nem mesmo as lembranças
E se chegam, são apenas chuvas de verão

Canto, rio, sonho e vivo alegre
Canto, rio, sonho e vivo alegre
A quem doer, que doa
Se reclama é porque dói
A quem doer, que doa
Se reclama é porque dói

Aprendi no dicionário da vida
A conhecer as mentiras das pessoas
Ainda bem que fui um homem corajoso
Que mesmo sangrando, as feridas não doem
Porque tenho minha experiência conquistada
Sempre manterei a cabeça erguida

Porque você foi como chuva de verão
Porque você foi como chuva de verão
E a quem coçar, que coce
Por mim, que continue se coçando
E a quem coçar, que coce
Por mim, que continue se coçando

As chuvas de verão não são frequentes
São caniços que refletem o tempo ruim
E se voltar uma daquelas que me deixaram
Eu me reconcilio, pois sou corajoso
Que as mulheres não digam que sou mau
Elas que buscam sua própria má sorte

Tenho porte de homem mulherengo
Tenho porte de homem mulherengo
Como fizemos com Peralta
Vou mudar de comedouro
Como fizemos com Peralta
Vou mudar de comedouro