Por La Mañá
Y es que por la mañá te darás cuenta que el tiempo
dice que viene y se va mientras te roba el aliento.
Dice que viene y se va sin dejarte hacer ruido.
Y sin darte cuenta serás, serás su mudo testigo.
Por la mañana
las cosas que buscas aun están durmiendo.
Paciencia, paciencia,
con mucha paciencia tu te darás cuenta,
que esperar es un don
que a pocos concede la virgen del tiempo.
Por mas que te empeñes
la noche no llega antes porque tu vayas corriendo
Ayúdame, que yo no entiendo nada.
Ayúdame que mi cabeza aun no esta preparada.
Las olas se llevan mis ultimas sonrisas.
El viento me roba alegría y me roba la vida.
Y es que por la mañá...
Ven a contarme las cosas que aun no he escuchado.
Si crees que puedes enseñarme yo estoy preparado.
Mi cuerpo se cansa, mi boca se seca, y mi cara se moja
de lagrimas negras que aun no han encontrado
sentido a las cosas.
Tengo miedo a la locura.
Tengo miedo a la mentira de la cordura.
Tengo miedo a quienes sonríen y me clavan cuchillos,
cuchillos de plata que salen del miedo
de quien aún no ha entendido
que es que por la mañá...
Pela Manhã
E é que pela manhã você vai perceber que o tempo
diz que vem e vai enquanto te rouba o fôlego.
Diz que vem e vai sem te deixar fazer barulho.
E sem perceber você será, será seu mudo testemunha.
Pela manhã
as coisas que você busca ainda estão dormindo.
Paciência, paciência,
com muita paciência você vai perceber,
que esperar é um dom
que a poucos concede a virgem do tempo.
Por mais que você se esforce
a noite não chega antes porque você vai correndo.
Me ajuda, que eu não entendo nada.
Me ajuda que minha cabeça ainda não está preparada.
As ondas levam meus últimos sorrisos.
O vento me rouba alegria e me rouba a vida.
E é que pela manhã...
Vem me contar as coisas que eu ainda não ouvi.
Se você acha que pode me ensinar, eu estou preparado.
Meu corpo se cansa, minha boca se seca, e meu rosto se molha
de lágrimas negras que ainda não encontraram
sentido nas coisas.
Tenho medo da loucura.
Tenho medo da mentira da sanidade.
Tenho medo de quem sorri e me crava facadas,
facas de prata que saem do medo
de quem ainda não entendeu
que é que pela manhã...