The Luciferian Revolution
Flores solis, ardentes in aeternum,
Ne secuti sitis fatum floris venenati...
Colores delectant, inebriant odores,
At siccatur sinus perpetuo lacrimando...
Nam angeli cursus firmamentum
lacrimarum...
I depart from this world of grey
to reach the red eternal.
Red, the scarlet letters burn within my mind:
We won't follow the Sun in its course.
We will follow the Moon in its curse.
Lacerate the heavens, devour the Sun,
rape the light.
We are waiting for an eternal night
Where to keep Heaven's tears away from the
eyes of the sun,
Cast away from your universe of warmth,
of love and shelter,
The path of the angel is a firmament of tears.
Luxuries of pain, lurid agony,
The universe echoes the scream
Of a soul overflowed with sorrow.
Exhausted, let me drown in your eyes!
Shatter the stars, drag out the ligth
And drown it in the deepest seas of my mind;
I need no more brightness:
I am the night and the shadows.
I am the field when pain is the seed.
Flores noctis sumus atque alas pandimus
In profundis tenebrarum
Solus halitus emanans penna speculae,
Quam expellit folium mortis.
Shatter the stars, drag out the ligth
And drown it in the deepest seas of my mind;
I need no more brightness:
I am the night and the shadows.
I am the field when darkness is the seed.
The golden pandaemonic silence soothes me
As the streams of my satufied thoughts draw
the pattern of my kingdom,
Imperium infernale.
But we will regain the paradise
For in the east of Eden,
I will shed the blood of Christ...
A Revolução Luciferiana
Flores do sol, ardendo para sempre,
Não sigam o destino da flor envenenada...
As cores encantam, os aromas embriagam,
Mas o peito seca, sempre chorando...
Pois os anjos do céu
são lágrimas...
Eu parto deste mundo cinza
para alcançar o vermelho eterno.
Vermelho, as letras escarlates queimam na minha mente:
Não vamos seguir o Sol em seu caminho.
Vamos seguir a Lua em sua maldição.
Lacerar os céus, devorar o Sol,
estuprar a luz.
Estamos esperando uma noite eterna
Onde manter as lágrimas do Céu longe dos
olhos do sol,
Lançados para fora do seu universo de calor,
de amor e abrigo,
O caminho do anjo é um firmamento de lágrimas.
Luxos da dor, agonia lúgubre,
O universo ecoa o grito
De uma alma transbordando de tristeza.
Exausto, deixe-me me afogar em seus olhos!
Quebre as estrelas, arraste a luz
E afogue-a nos mares mais profundos da minha mente;
Não preciso de mais brilho:
Eu sou a noite e as sombras.
Eu sou o campo quando a dor é a semente.
Flores da noite somos e abrimos as asas
Nas profundezas das trevas
Sopro solitário emanando da pena do espelho,
Que expulsa a folha da morte.
Quebre as estrelas, arraste a luz
E afogue-a nos mares mais profundos da minha mente;
Não preciso de mais brilho:
Eu sou a noite e as sombras.
Eu sou o campo quando a escuridão é a semente.
O silêncio pandemoníaco dourado me acalma
Enquanto os fluxos dos meus pensamentos satisfeitos desenham
o padrão do meu reino,
Império infernal.
Mas nós vamos recuperar o paraíso
Pois no leste do Éden,
Eu derramarei o sangue de Cristo...