395px

A Voz da Angústia

Elephant

The Voice Of Anguish

I am that which darkness fears
The voice of anguish taunting you
False evidence appearing real
What is not but could be if
I am the echo of your failure
The grandfather of your despite
Standing reserved with arms crossed
Glaring, leering, smug and solemn

I am the phantom waiting for your fall
The possessive lover taking your breath
Agony, tragedy, suffering and pain

I am the grand obscenity
The living mirage of constant doubt
See your reflection in my eyes
Timid, reluctant and insecure

The newborn child is guilty of every crime
Ever committed by man
Shifting ever inward and away
As the final virgin lies slain by the maiden's wrath

Nightmares unite with the torture of waking
As the first jealousy rises
And the jaws expand to devour

Sleeping stars awaken the masquerade
Disguised abhorrence in the boiling lake
Another dies as another is called
Inexorable night and the shadows will feed

Crying for help, unable to speak
Dying unmourned, screaming unheard
At the mouth of hell in the valley of the sun
All hope is drained in the death embrace

Times of crisis, a vision of no future
Formless apprehension of perceived loss
Twisting of speech from a desperate mind
Birthed the legend of the defining choice

A Voz da Angústia

Eu sou aquilo que a escuridão teme
A voz da angústia te provocando
Falsas evidências parecendo reais
O que não é, mas poderia ser se
Eu sou o eco do seu fracasso
O avô do seu desprezo
De braços cruzados, reservado
Fuzilando, espreitando, arrogante e solene

Eu sou o fantasma esperando sua queda
O amante possessivo que tira seu ar
Agonia, tragédia, sofrimento e dor

Eu sou a grande obscenidade
A miragem viva da dúvida constante
Veja seu reflexo nos meus olhos
Tímido, relutante e inseguro

A criança recém-nascida é culpada de todo crime
Já cometido pelo homem
Mudando sempre para dentro e para longe
Enquanto a última virgem é morta pela ira da donzela

Pesadelos se unem à tortura do despertar
Enquanto a primeira inveja surge
E as mandíbulas se expandem para devorar

Estrelas adormecidas despertam a mascarada
Abominação disfarçada no lago fervente
Outro morre enquanto outro é chamado
Noite inexorável e as sombras se alimentarão

Gritando por ajuda, incapaz de falar
Morrendo sem luto, gritando sem ser ouvido
Na boca do inferno no vale do sol
Toda esperança é drenada no abraço da morte

Tempos de crise, uma visão de nenhum futuro
Apreensão amorfa da perda percebida
Torção da fala de uma mente desesperada
Gerou a lenda da escolha definidora

Composição: