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A Lista Cresce dos Pretendentes Vivos e Mortos

Eleventh He Reaches London

Long Grows The List Of The Live And Dead Pretenders

He needs help with his social conflictions made simple by the boy with no heart!
He needs a purpose so roll your eyes here comes the picture we drew.
He needs a part, he needs love.
He needs confidence, trust, grief and a home.
He wants tragedy, he wants the post cum epiphany.
Constrictors come join us in song!
Did I make entropy rife between lovers, family and home?
Well I, I, I've got confetti all over myself.
Did I drop the third person act to show you how real I can be?
Well I, I, I've never been real in my life.
Killed by lust and the call for better social conditions.
Oh bludgeoned Firefly, I could not save your life to illuminate the night and show the pathway home.
So with no guiding light I'll take refuge in this cold cityscape.
Then we'll throw a party but only orphans are welcome!
We'll drink a bottle of wine to get drunk then head back to the shelter!
And we'll need no one else, we'll raise these families of our own.
On our own!
On our own!
We'll raise that union flag alone.
Schooled in the private system.
Publicans are paid to listen.
So he sings in the loneliest hotel's hallways pretending they were his.
Break, bind, heal and separate.
One from romantics and two from idealists who signify all that I weigh.
All that I weigh in worth as a father, a sibling, a son.
By request of the old man that his body never lay out of ear shot of the town's bells.
And through his words passed on at his funeral, "if it does, dig me up and burn me".
Burn it all and together we'll torch this portside town alive.
Burn it down.
With those ashes we'll make testament to the orphans.
If they sing liberal chants and send you broke then nephew burn it down.
If they sing stockade songs along the dock then nephew dig me up.
We'll scream so loud you won't hear those fucking bells.
I'll dig you up myself and fill that empty space.
Long grows the list of the live and dead pretenders who could not see the world as a purpose without fate.
So that's us for now.
Thoroughly dead and buried neck deep in guilt with heads held high.
I did not say a word because it hurts to sleep.
Awake as the same disgrace you always were cause it hurts to feel.
And this dynasty of repeated verse will destroy us first.
Well that's where it ends.
The destruction of love, life and home on a recording I can't afford.
Learning to walk with one foot in front of the other.
Goodbye from the depths of my Fremantle heart.

A Lista Cresce dos Pretendentes Vivos e Mortos

Ele precisa de ajuda com seus conflitos sociais, simplificados pelo garoto sem coração!
Ele precisa de um propósito, então revire os olhos, aqui vem a imagem que desenhamos.
Ele precisa de um papel, ele precisa de amor.
Ele precisa de confiança, confiança, dor e um lar.
Ele quer tragédia, ele quer a epifania pós-sexo.
Constritores, venham se juntar a nós na canção!
Eu causei a entropia entre amantes, família e lar?
Bem, eu, eu, eu tô coberto de confete.
Eu deixei de lado o ato de terceira pessoa pra te mostrar como eu posso ser real?
Bem, eu, eu, eu nunca fui real na minha vida.
Morto pela luxúria e pelo chamado por melhores condições sociais.
Oh, vaga-lume espancado, eu não consegui salvar sua vida pra iluminar a noite e mostrar o caminho de volta pra casa.
Então, sem luz guia, vou me refugiar nesse cenário urbano frio.
Então vamos fazer uma festa, mas só orfãos são bem-vindos!
Vamos beber uma garrafa de vinho pra ficar bêbados e depois voltar pro abrigo!
E não vamos precisar de mais ninguém, vamos criar nossas próprias famílias.
Sozinhos!
Sozinhos!
Vamos erguer essa bandeira da união sozinhos.
Educados no sistema privado.
Os publicanos são pagos pra ouvir.
Então ele canta nos corredores do hotel mais solitário, fingindo que eram seus.
Quebrar, amarrar, curar e separar.
Um dos românticos e dois dos idealistas que significam tudo que eu peso.
Tudo que eu peso em valor como pai, irmão, filho.
Por pedido do velho, que seu corpo nunca fique fora do alcance dos sinos da cidade.
E através de suas palavras passadas no seu funeral, "se isso acontecer, me desenterre e me queime".
Queime tudo e juntos vamos incendiar essa cidade portuária.
Queime tudo.
Com essas cinzas, faremos um testamento para os orfãos.
Se eles cantarem cânticos liberais e te deixarem quebrado, então sobrinho, queime tudo.
Se eles cantarem canções de prisão ao longo do cais, então sobrinho, me desenterre.
Vamos gritar tão alto que você não vai ouvir aqueles sinos fodidos.
Eu mesmo vou te desenterrar e preencher aquele espaço vazio.
A lista cresce dos pretendentes vivos e mortos que não conseguiram ver o mundo como um propósito sem destino.
Então somos nós por enquanto.
Totalmente mortos e enterrados até o pescoço na culpa, com a cabeça erguida.
Eu não disse uma palavra porque dói dormir.
Acordado como a mesma desgraça que você sempre foi, porque dói sentir.
E essa dinastia de versos repetidos vai nos destruir primeiro.
Bem, é aí que termina.
A destruição do amor, da vida e do lar em uma gravação que eu não posso pagar.
Aprendendo a andar com um pé na frente do outro.
Adeus do fundo do meu coração de Fremantle.