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Diga Só ao Escuro

Elisa

Dillo Solo a Buio

Tu sulla torre non salvi te
(Stessa)
Ed è per questo che sei così
(Così bella)
Non la fai facile mai ci credi
Resti vera come sei
Non calcoli mai

So che tu sei uguale a me
Non chiami quando sei fragile
Se vuoi non dirmelo mai
Ma sai che come sempre ci siamo noi
I tuoi guai come sempre sono I miei

Qui, qui, qui
Poi finiamo sempre qui, qui, qui
Sempre noi con gli occhi lucidi
Perché ci cantiamo: Please, please, please

No, non sei l’unica
Che piange sola in macchina
Fiore del deserto
Non dirlo a nessuno, dillo solo al buio
Forse questa volta sarà l’ultima

E non sentirti stupida
Ogni volta che sei giù
Sai tu conti un po’ di più

Ci stanno strette le regole
(Quelle stupide)
Si paga per ciò che non si è
Ti farò cambiare idea
Sui sogni troppo grandi, ne ho una marea
E che ogni fallimento sia colpa tua

Qui, qui, qui
Poi finiamo sempre qui, qui, qui
Sempre noi con gli occhi lucidi
Che d’estate abbiamo I brividi

No, non sei l’unica
Che ride quando è isterica
Fiore del deserto
Non dirlo a nessuno, dillo solo al buio
Che forse questa volta sarà l’ultima

E non sentirti stupida
Ora non pensarci più
Sola non ci resti più

Il suo nome, ogni volta una spina nel cuore
Non lo sa quanto riesce a far male
Sono qui non ti lascio cadere
Questa volta ti salva il tuo amore
Il tuo amore
Il tuo amore

No, non sei l’unica
Che piange sola in macchina
Fiore del deserto
Non dirlo a nessuno, dillo solo al buio
Che forse questa volta sarà l’ultima

E non sentirti stupida
Ogni volta che sei giù
Sai tu conti un po’ di più
E, no, non sei l’unica

Diga Só ao Escuro

Você na torre não se salva
(Do mesmo jeito)
E é por isso que você é assim
(Tão linda)
Nunca faz fácil, sempre acredita
Continua verdadeira como é
Nunca se importa

Sei que você é igual a mim
Não liga quando tá fragilizada
Se quiser, nunca me diga
Mas sabe que como sempre estamos nós
Seus problemas, como sempre, são os meus

Aqui, aqui, aqui
Depois sempre acabamos aqui, aqui, aqui
Sempre nós com os olhos brilhando
Porque cantamos: Por favor, por favor, por favor

Não, você não é a única
Que chora sozinha no carro
Flor do deserto
Não conte a ninguém, diga só ao escuro
Talvez essa vez seja a última

E não se sinta boba
Toda vez que você tá pra baixo
Sabe que você vale um pouco mais

As regras estão apertadas
(Essas idiotas)
Se paga pelo que não se é
Vou fazer você mudar de ideia
Sobre sonhos grandes demais, eu tenho um monte
E que cada fracasso seja culpa sua

Aqui, aqui, aqui
Depois sempre acabamos aqui, aqui, aqui
Sempre nós com os olhos brilhando
Que no verão temos arrepios

Não, você não é a única
Que ri quando tá histérica
Flor do deserto
Não conte a ninguém, diga só ao escuro
Que talvez essa vez seja a última

E não se sinta boba
Agora não pense mais nisso
Sozinha não fica mais

O nome dele, toda vez uma dor no coração
Não sabe o quanto consegue machucar
Estou aqui, não vou te deixar cair
Dessa vez seu amor te salva
Seu amor
Seu amor

Não, você não é a única
Que chora sozinha no carro
Flor do deserto
Não conte a ninguém, diga só ao escuro
Que talvez essa vez seja a última

E não se sinta boba
Toda vez que você tá pra baixo
Sabe que você vale um pouco mais
E, não, você não é a única

Composição: