Baldosas
Cómo reonocer que fui una esclava,
Mi día y mi sueño encerrada,
Que aquel caronte de mi puerta se adelantó,
Cuando empezó mi vida se me paró el reloj.
Me eché en la hierba que crece y no coloca,
Dejé morir mis sueños asumí que estaba loca,
Contando vueltas en las aspas de mi ventilador,
Pasé estos dos veranos más frío que calor.
Los sueños sueños son dijo un hombre brillante,
Pero discúlpeme yo lo sabía de antes,
No creo en los libros que me dicen cómo debo pensar,
Y aunque huyo del destino, no volverá a irme mal.
Voy por la calle sorteando las baldosas,
No es por manía, es porque hacerles daño me da cosa,
No creo en la gente que me dice que no hay nada irreal,
Y aunque huyo del destino, no volverá a irme mal.
No volverá a irme mal
No volverá a irme mal
No volverá a irme mal
No volverá a irme mal
Cómo reconocer que fui una esclava,
Mi día y mi tiempo olvidada,
Bajo la sombra de las flores aprendí a respirar,
Mezclaba los colores y en negro fui a soñar.
Los sueños sueños son dijo un hombre brillante,
Pero discúlpeme yo lo sabía de antes,
No creo en los libros que me dicen cómo debo pensar,
Y aunque huyo del destino, no volverá a irme mal.
Voy por la calle sorteando las baldosas,
No es por manía, es porque hacerles daño me da cosa,
No creo en la gente que me dice que no hay nada irreal,
Y aunque huyo del destino, no volverá a irme mal.
No volverá a irme mal
No volverá a irme mal
No volverá a irme mal
No volverá a irme mal
Los sueños sueños son dijo un hombre brillante,
Pero discúlpeme yo lo sabía de antes,
No creo en los libros que me dicen cómo debo pensar,
Y aunque huyo del destino, no volverá a irme mal.
Los sueños sueños son dijo un hombre brillante,
Pero discúlpeme yo lo sabía de antes,
No creo en los libros que me dicen cómo debo pensar,
Y aunque huyo del destino, no volverá a irme mal.
Voy por la calle sorteando las baldosas,
No es por manía, es porque hacerles daño me da cosa,
No creo en la gente que me dice que no hay nada irreal,
Y aunque huyo del destino, no volverá a irme mal.
Ladrilhos
Como reconhecer que fui uma escrava,
Meu dia e meu sonho trancados,
Que aquele caronte da minha porta se adiantou,
Quando começou minha vida, o relógio parou.
Me deitei na grama que cresce e não arruma,
Deixei meus sonhos morrerem, assumi que tava maluca,
Contando voltas nas lâminas do meu ventilador,
Passei esses dois verões mais frio que calor.
Os sonhos são só sonhos, disse um homem brilhante,
Mas me desculpe, eu já sabia antes,
Não acredito nos livros que me dizem como pensar,
E mesmo fugindo do destino, não vai me ir mal.
Vou pela rua desviando dos ladrilhos,
Não é por mania, é que machucar eles me dá um frio,
Não acredito nas pessoas que dizem que nada é irreal,
E mesmo fugindo do destino, não vai me ir mal.
Não vai me ir mal
Não vai me ir mal
Não vai me ir mal
Não vai me ir mal
Como reconhecer que fui uma escrava,
Meu dia e meu tempo esquecidos,
Sob a sombra das flores aprendi a respirar,
Misturava as cores e em preto fui sonhar.
Os sonhos são só sonhos, disse um homem brilhante,
Mas me desculpe, eu já sabia antes,
Não acredito nos livros que me dizem como pensar,
E mesmo fugindo do destino, não vai me ir mal.
Vou pela rua desviando dos ladrilhos,
Não é por mania, é que machucar eles me dá um frio,
Não acredito nas pessoas que dizem que nada é irreal,
E mesmo fugindo do destino, não vai me ir mal.
Não vai me ir mal
Não vai me ir mal
Não vai me ir mal
Não vai me ir mal
Os sonhos são só sonhos, disse um homem brilhante,
Mas me desculpe, eu já sabia antes,
Não acredito nos livros que me dizem como pensar,
E mesmo fugindo do destino, não vai me ir mal.
Os sonhos são só sonhos, disse um homem brilhante,
Mas me desculpe, eu já sabia antes,
Não acredito nos livros que me dizem como pensar,
E mesmo fugindo do destino, não vai me ir mal.
Vou pela rua desviando dos ladrilhos,
Não é por mania, é que machucar eles me dá um frio,
Não acredito nas pessoas que dizem que nada é irreal,
E mesmo fugindo do destino, não vai me ir mal.