Within The Cry Of Loneliness
Drowned in your eyes
Dark fireflies...
I can feel your fears...
Sombre oak-woods
Fill me with your fears
Within the cry
Of solitude...
Twilight Ensemble
Tempted is my soul
Seduced my fading mind...
When night appears
Rain drops its tears
And gloomy trees
In deep shadow sink
He sings lone ode
To the one who cries
To the one who holds
Rain clouded crying skies
Every early autumn, he is alone, all by himself in threatening woods.
Drowned in your eyes
Sombre oak-woods
Fill me with your tears
I can feel your fears...
Of solitude...
Twilight Ensemble
But when night appears
There is no one here
Nobody cares
And nobody hears
His tender grief
To the one who wipes
Dropping tears
From gloomy clouded skies...
And still away, he is a stranger
Amongst deserted cheerless moors
And he can''t helps to be a feigner
He lies himself; he hides within the truth
When night appears
Rain drops its tears
And gloomy trees
In shadow sink
The bitter taste of loneliness
Is the only sense was left in him
Astounded with the nature loveliness
He only wishes his life - a dream...
But when night appears
There''s no one here
Nobody cares
And nobody hears
Lonesome woods are at a standstill; soon they''ll become gold...
But still one can hears bird''s trills; soon they will be gone...
Dentro do Grito da Solidão
Afogado nos seus olhos
Luz de vaga-lumes...
Consigo sentir seus medos...
Sombrio bosque de carvalho
Me preenche com seus medos
Dentro do grito
Da solidão...
Conjunto do Crepúsculo
Minha alma é tentada
Minha mente em desvanecimento é seduzida...
Quando a noite aparece
A chuva derrama suas lágrimas
E as árvores sombrias
Afundam na sombra profunda
Ele canta uma ode solitária
Para aquele que chora
Para aquele que segura
Céus chorosos encobertos de nuvens
Todo início de outono, ele está sozinho, só ele mesmo em bosques ameaçadores.
Afogado nos seus olhos
Sombrio bosque de carvalho
Me preenche com suas lágrimas
Consigo sentir seus medos...
Da solidão...
Conjunto do Crepúsculo
Mas quando a noite aparece
Não há ninguém aqui
Ninguém se importa
E ninguém ouve
Sua dor suave
Para aquele que enxuga
Lágrimas caindo
Dos céus sombrios e encobertos...
E ainda assim, ele é um estranho
Entre charnecas desertas e sem alegria
E ele não consegue evitar ser um fingidor
Ele se mente; ele se esconde dentro da verdade
Quando a noite aparece
A chuva derrama suas lágrimas
E as árvores sombrias
Afundam na sombra
O gosto amargo da solidão
É o único sentido que restou nele
Estupefato com a beleza da natureza
Ele só deseja que sua vida - seja um sonho...
Mas quando a noite aparece
Não há ninguém aqui
Ninguém se importa
E ninguém ouve
Os bosques solitários estão parados; logo se tornarão ouro...
Mas ainda se pode ouvir o canto dos pássaros; logo eles se irão...