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Lugdünon

Eluveitie

Lugdünon

We set forth
A retinue
With steed and cart
So we roved the land
Stealthily
We sallied out
To find new shores
As the passage led

Set sail, ye hearts
Into the sea of hope
The druid blessed
This mount froseen
We grudged no pains
We faced distress
Yet a glowing wick
Kindles fire...

Alike a liminal place
A dormant beacon we faced
The haven foretold
A fortress of ages to come

At the rise of a new dawn
Woke the daughter of the sun
Wafted on black wings
Vastly soaring boding skies

We followed
The rites of old
As we stook out
The ordained new land
We held our breath
As the skies got black
And a storm arose
A swarm of crows

Lo and behold!
The black birds branched out
A circle wide
In the riven skies
They limed the nemeton
Of the fulgent hill
and again, and again, and again
The presage witnessed

Adiantunne ni exverti
Adiantunne ni nappisetu

Lugdünon

Partimos
Uma comitiva
Com cavalo e carro
Assim vagamos pela terra
Silenciosamente
Saímos
Para encontrar novas praias
Enquanto a passagem nos guiava

Zarpem, corações
Para o mar da esperança
O druida abençoou
Este monte previsto
Não poupamos esforços
Enfrentamos a dor
Ainda assim, uma chama ardente
Acende o fogo...

Como um lugar liminar
Um farol adormecido que encaramos
O refúgio previsto
Uma fortaleza dos tempos que virão

Com a luz de uma nova aurora
Acordou a filha do sol
Flutuando em asas negras
Imensamente pairando, prenunciando céus

Seguimos
Os rituais antigos
Enquanto nos destacávamos
Na nova terra ordenada
Contivemos a respiração
Enquanto os céus escureciam
E uma tempestade se levantava
Um bando de corvos

Eis que!
Os pássaros negros se espalharam
Um círculo amplo
Nos céus rasgados
Eles marcaram o nemeton
Da colina fulgente
E de novo, e de novo, e de novo
O presságio foi testemunhado

Adiantunne ni exverti
Adiantunne ni nappisetu

Composição: Chrigel Glanzmann / Jörgen Elofsson