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Em Terror Resplandecente

Emasculator

In Resplendent Terror

Cower before me, ye mortals!
Like a surging flood
Upon your lands I have descended

The empyrean consort I am
Queen of Queens
Issue of holy womb

I have usurped the temple
Of Eanna from An
Mount Ebih have I razed
To the ground

Devastation spews
From mine open mouth
When I speak, heaven trembles
With the voice of a raging tempest
Continually thundering

Radiant, adorned throughout
With divine powers
Life force of the people
Mine sigil the eight-pointed star
Commanding the holy ankar

Covered in terrifying splendor
Before my terrible gaze
Even the gods dare not stand

Ye mortal men, pay heed
Like a dragon, I rain blazing fire
Down upon your domain
Upon the storm I confer strength
All bow low at mine battle cry

I drive them along the path
Of the house of great lamentation
Violated and defiled was I
Whilst asleep under the poplar tree

In the city of men
The coward did hide
Having sworn vengeance
I filled all the wells with blood

I mounted a cloud
As a fearsome storm
Having condemned him to death
This I decree

Death to thy flesh and being
But immortalized in shame
Thy name shall be

Passed down through millennia
On lips of poets
Triumphant I stand
Lady supreme over all the lands

Em Terror Resplandecente

Ajoelhem-se diante de mim, mortais!
Como uma enchente avassaladora
Sobre suas terras eu desci

Sou a consorte empírea
Rainha das Rainhas
Filha de um ventre sagrado

Eu usurpei o templo
De Eanna de An
O Monte Ebih eu arrasei
Até o chão

Devastação jorra
De minha boca aberta
Quando falo, o céu treme
Com a voz de uma tempestade furiosa
Continuamente trovejando

Radiante, adornada por toda parte
Com poderes divinos
Força vital do povo
Meu símbolo é a estrela de oito pontas
Comandando o sagrado ankar

Coberta em esplendor aterrador
Diante do meu olhar temível
Até os deuses não ousam ficar

Ó homens mortais, prestem atenção
Como um dragão, eu chovo fogo ardente
Sobre seu domínio
Sobre a tempestade eu confiro força
Todos se curvam ao meu grito de batalha

Eu os conduzo pelo caminho
Da casa do grande lamento
Violada e profanada fui
Enquanto dormia sob a árvore de álamo

Na cidade dos homens
O covarde se escondeu
Tendo jurado vingança
Eu enchi todos os poços com sangue

Eu montei uma nuvem
Como uma tempestade temível
Tendo condenado-o à morte
Isso eu decreto

Morte à tua carne e ser
Mas imortalizado na vergonha
Teu nome será

Transmitido através de milênios
Nos lábios dos poetas
Triunfante eu permaneço
Senhora suprema sobre todas as terras

Composição: Mallika Sundaramurthy