Supreme Void of Acephalous Being
In the supreme void
Of thy divine consciousness
Goddess of paradoxes
In perpetual transfiguration
Who conceives and exterminates
Who hath severed thine own head
Being devoured and the devourer
Ephemeral and illusory
Bright as a million suns
Creatress, Destructress
Worshiped at the left-hand path
Ensanguined and cascading
Incarnadine and rubicund
Exuding marvel and fury
Thou subjugate the amorous couple
Prachanda Chandika
Victorious over time and fate
Destroyer of delusion
With transcendental knowledge
All are nourished at thy crimson fount
Hematic absorption and transformation
Invigorating and depleting
Death of ego
Cast away the veil of ignorance
Remembrance of immutable eternal nature
Attaining Atman
Devoid of limitation
Inherent of incarnate spirits
Served by fierce ghosts
The Great Terrible One
Of terrific form
In beheading thyself
Thou giveth and thou taketh
Embodying the savage circle
In endless cycles
A reminder that life feeds on death
Vazio Supremo do Ser Acefálico
No vazio supremo
Da tua consciência divina
Deusa dos paradoxos
Em perpétua transfiguração
Quem concebe e extermina
Quem cortou a própria cabeça
Sendo devorado e o devorador
Efêmero e ilusório
Brilhante como um milhão de sóis
Criadora, Destruidora
Adorada no caminho da mão esquerda
Sangrenta e em cascata
Carmesim e rubra
Exalando maravilha e fúria
Tu subjugas o casal amoroso
Prachanda Chandika
Vitoriosa sobre o tempo e o destino
Destruidora da ilusão
Com conhecimento transcendental
Todos são nutridos na tua fonte carmesim
Absorção hemática e transformação
Revigorando e esgotando
Morte do ego
Desfaça o véu da ignorância
Lembrança da natureza eterna e imutável
Alcançando o Atman
Desprovida de limitação
Inerente aos espíritos encarnados
Servida por fantasmas ferozes
O Grande Terrível
De forma aterradora
Ao decapitar-se
Tu dás e tu tiras
Incorporando o círculo selvagem
Em ciclos sem fim
Um lembrete de que a vida se alimenta da morte
Composição: Mallika Sundaramurthy