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Olhos de Absinto, Palavras de Ópio

Embassy of Silence

Absinthe Eyes, Opium Words

Blue smoke swirling in the wind
A resigned beacon pale and thinned
Thoughts to tantalize the mind
Guilty tears on a sinner's cheek
A pulse unworthy becoming weak
For what I see I might as well be blind

We are a legend of little repute
Our braggart's tongues remaining mute
What are we still missing from this mixture?
We should have shown the world our name
But instead we chose no path of fame
Where we stand we hardly are a fixture

My absinthe eyes, your opium words
Ones made to convince, ones made to confuse
My absinthe eyes, your opium words
Ones made to allure, ones made to imbuse
My absinthe eyes, your opium words
Ones far too shallow, ones far too deep
My absinthe eyes, your opium words

How many times have I tried to go
To find out all that there is to know
Without reflecting upon your face as well?
Still I strove to make us obsolete
But since this painting wasn't yet complete
I found it hard to stubbornly rebel

I don't want the mist to consume me
The spirit yearns to wander freely
We aren't quite the universal standard
Will you hold me up or hold me down?
Shall we swim or shall we drown
Wailing for this story left unheard?

My absinthe eyes, your opium words
Ones made to convince, ones made to confuse
My absinthe eyes, your opium words
Ones made to allure, ones made to imbuse
My absinthe eyes, your opium words
Ones far too shallow, ones far too deep
My absinthe eyes, your opium words
Fade away into nothing

Turned a corner
Turned a leaf
Turned into hatred
Turned to grief
Turned a blind eye
Turned my head
Turned my back

Olhos de Absinto, Palavras de Ópio

Fumaça azul rodopiando no vento
Um farol resignado, pálido e minguado
Pensamentos para provocar a mente
Lágrimas de culpa na bochecha de um pecador
Um pulso indigno se tornando fraco
Pelo que vejo, eu poderia muito bem ser cego

Nós somos uma lenda de pouca reputação
Nossas línguas fanfarronas permanecendo mudas
O que ainda nos falta nessa mistura?
Deveríamos ter mostrado ao mundo nosso nome
Mas em vez disso, escolhemos não trilhar o caminho da fama
Onde estamos, mal somos uma referência

Meus olhos de absinto, suas palavras de ópio
Aquelas feitas para convencer, aquelas feitas para confundir
Meus olhos de absinto, suas palavras de ópio
Aquelas feitas para seduzir, aquelas feitas para embriagar
Meus olhos de absinto, suas palavras de ópio
Aquelas muito rasas, aquelas muito profundas
Meus olhos de absinto, suas palavras de ópio

Quantas vezes eu tentei ir
Para descobrir tudo que há para saber
Sem refletir também sobre seu rosto?
Ainda assim, me esforcei para nos tornar obsoletos
Mas como essa pintura ainda não estava completa
Eu achei difícil me rebelar teimosamente

Eu não quero que a névoa me consuma
O espírito anseia por vagar livremente
Não somos bem o padrão universal
Você vai me levantar ou me derrubar?
Vamos nadar ou vamos afundar
Gritando por essa história deixada sem ouvir?

Meus olhos de absinto, suas palavras de ópio
Aquelas feitas para convencer, aquelas feitas para confundir
Meus olhos de absinto, suas palavras de ópio
Aquelas feitas para seduzir, aquelas feitas para embriagar
Meus olhos de absinto, suas palavras de ópio
Aquelas muito rasas, aquelas muito profundas
Meus olhos de absinto, suas palavras de ópio
Desvanecem em nada

Virei a esquina
Virei a página
Transformei em ódio
Transformei em luto
Virei um olho cego
Virei minha cabeça
Virei as costas