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A Biografia de uma Febre

Embrace The End

The Biography of A Fever

The light invades my eyes in stabs of fiendish bright and to what do I owe for this brilliant burning deception?
Macabre maddening docility
Day after painstaking day
Control
Hallucinate the biography of a fever
In empty silence
Scattered notions
Sweet nausea
If my mouth could marry a hurt like you
Open swallow
These bones hold a stillness longing for death in its purest form
Longing for death
Begging for an end
A Fate farthest from salvation
All I am is pieces
Shuddering through this nightmare
In a starched white shroud
Soil the gown
Lingering warmth
Fall back in despair
Would that it was me on my back
Aching for hours on into weeks
Wind sweeps over everyone
Collapse
Repeat
Wind sweeps over everyone
Broken
Rebuilt
All I am is pieces
Shuddering through the nightmare
Wandering avenues lit shocking white
Lined with fluorescent lights
If my mouth could marry a hurt like you
Hollow cries of misery resonate down the halls
Penetrating your will to live
Their worthless pleas mean nothing
And have no effect on me
My indignation rises and I have no sympathy
Our pain is the only thing I feel
Only tragedy can touch us now
Only disaster brings us to our knees
I awake
All I can see of the morning is the whiteness of the tomb
And all I can taste is disease in the doorway of infirmary
Aching for hours on into weeks
Weind sweeps over everyone
Collapse
Repeat
Wind sweeps over everyone
Broken for the last time
Only tragedy can touch us now
And our friend disaster brings us to our knees
The stagnant stench of the sick
Permeates the room
An angel in a mask hovers above the bed
My eyes are sealed shut tonight
For I can't fucking bear the sight
As machines breathe the life into your veins

A Biografia de uma Febre

A luz invade meus olhos em estocadas de brilho diabólico e a que devo isso, essa brilhante e ardente ilusão?
Macabra e enlouquecedora docilidade
Dia após dia, com muito esforço
Controle
Alucine a biografia de uma febre
No silêncio vazio
Noções dispersas
Doce náusea
Se minha boca pudesse se casar com uma dor como você
Abre a garganta
Esses ossos guardam uma quietude que anseia pela morte em sua forma mais pura
Ansiando pela morte
Implorando por um fim
Um destino longe da salvação
Tudo que sou são pedaços
Tremendo nesse pesadelo
Em um sudário branco engomado
Manchar o vestido
Calor persistente
Cair de volta na desesperança
Queria que fosse eu deitado
Doi por horas que se arrastam por semanas
O vento sopra sobre todos
Colapso
Repete
O vento sopra sobre todos
Quebrado
Reconstruído
Tudo que sou são pedaços
Tremendo pelo pesadelo
Vagueando por avenidas iluminadas de um branco chocante
Alinhadas com luzes fluorescentes
Se minha boca pudesse se casar com uma dor como você
Gritos ocos de miséria ressoam pelos corredores
Penetrando sua vontade de viver
Seus apelos sem valor não significam nada
E não têm efeito sobre mim
Minha indignação cresce e não tenho simpatia
Nossa dor é a única coisa que sinto
Apenas a tragédia pode nos tocar agora
Apenas o desastre nos coloca de joelhos
Eu acordo
Tudo que consigo ver da manhã é a brancura do túmulo
E tudo que consigo sentir é a doença na porta do hospital
Doi por horas que se arrastam por semanas
O vento sopra sobre todos
Colapso
Repete
O vento sopra sobre todos
Quebrado pela última vez
Apenas a tragédia pode nos tocar agora
E nosso amigo desastre nos coloca de joelhos
O fedor estagnado dos doentes
Permeia o quarto
Um anjo de máscara paira sobre a cama
Meus olhos estão selados esta noite
Pois não consigo suportar essa visão
Enquanto as máquinas respiram vida em suas veias

Composição: Embrace the End