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O Resíduo

Embreach

The Residue

Beneath the surface
cascade the streams
Bleak, looming waters
clad in a sparkle
hide the unapparent

Wrestling the unseen
The undertow breeds suffocation
Contemplating letting go
As the drowned suffer no more

"Call of duty
A swift ending - revolt!
Rid the ridicule"

Witness the groundwork:
A mesh of his broken dreams
- wrecked, shattered, torn apart!
Lifeblood running dry

Searching redemption for all that you've done
Deserting all hope for the life yet to come

Wrestling the unseen
the undertow breeds suffocation

"Faulty doctrine
A reek of revolution
It'll start right here, right now!"

Disparage the elders
Cast shame upon our founding fathers
Expose the weakness in us all:
Muted cries of help lest others may know

Bitter is the residue of hate!

The beauty lies in poetry:
verses written, never heard

Bitter is the residue of hate
Sour the lingering of disdain
Blow by blow the world erodes
See the pieces wash ashore
A withering man at war no more

A deathbed for the wretched ones
In deafening silence we are one
with the world

Bitter is the residue of hate!

O Resíduo

Debaixo da superfície
cascatas de rios
Águas sombrias, ameaçadoras
vestidas de brilho
escondem o que não se vê

Lutando contra o invisível
A correnteza gera sufocamento
Contemplando deixar pra lá
Enquanto os afogados não sofrem mais

"Chamado do dever
Um fim rápido - revolta!
Acabe com o ridículo"

Testemunhe a fundação:
Uma rede de seus sonhos quebrados
- destruídos, estilhaçados, despedaçados!
Sangue vital secando

Buscando redenção por tudo que você fez
Desertando toda esperança pela vida que ainda está por vir

Lutando contra o invisível
a correnteza gera sufocamento

"Doutrina falha
Um fedor de revolução
Vai começar bem aqui, bem agora!"

Despreze os mais velhos
Coloque vergonha sobre nossos pais fundadores
Expose a fraqueza em todos nós:
Gritos mudos de ajuda para que outros não saibam

Amargo é o resíduo do ódio!

A beleza está na poesia:
versos escritos, nunca ouvidos

Amargo é o resíduo do ódio
Azeda a persistência do desprezo
Golpe a golpe o mundo se erode
Veja os pedaços lavando na praia
Um homem murchando em guerra não mais

Um leito de morte para os miseráveis
Em um silêncio ensurdecedor somos um
com o mundo

Amargo é o resíduo do ódio!