Alli Estaré
Emiliano Zapata
Vulnerable esplendor
La razón ha construido un eco
Como un ciego que no quiere ver
Que es el hábito una pared
Frágil lenguaje de espera
¿Espejo, máscara o realidad?
Como un ave que no quiere volar
Siendo el hábito una pared
¡Vuela!
Nunca me esperes, allí estaré
Sabiendo que todo vuelve al mismo lugar
Alfombras, jaulas, los nidos del alma
Que brotan de esperar, si tal vez, te conocerán
Composição: Emiliano Zapata. Essa informação está errada? Nos avise.
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