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On Artistic Integrity (Poem)

Emilie Autumn

Letra

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On Artistic Integrity (Poem)

I toe the line of self-indulgence
Every time I place my pen
Upon the page and form the words
I felt but couldn't show 'til then
And to myself I beg the question
Why do I thus masquerade
As one to one and to another
Someone else? If I, afraid
Of what the consequence of stating
Openly my cause might be,
When I rant and rhyme and reason
Do I write for them or me?
I believe there is some merit
In creating for one's self
But why place before the public
What is best left on the shelf?
Though while I write I do not feel that
What I pen is mine alone,
Even this could be misguided
As are many I have known
Who swore, poor souls, that they possessed
The key to man's mysterious fate,
Succeeded in convincing some,
But most could tell they did but prate
On subjects touching something vague
Which cannot be unproven, or,
In place of content, speak in tongues
Yet know not whom they're speaking for.
No, I am not deluded so;
I do not feel I represent
Some force divine, but still I know
That I shall never be content
To hold my tongue when I would speak
Or change my words to suit the hour
Or pinch a blush upon my cheek
To feign my joy at love gone sour.
I do not wish to disappoint
The faith that others place in me
To lead the way to brighter days,
But sometimes dark is all I see.
I work for good, I toil for hope,
No one can question my intent
But even those who listen close
Can often mistake what I meant.
My fear, I've come to realize,
Is mainly this: that I am wrong,
That my perception is askew,
That I write shyte and call it song.
Perhaps I'll always question thus,
Discount my merits, thoughts, and deeds
'Tis well, long as I still go forth
And see where this, my vision, leads.
Strong is she who knows her mind
And speaks it though she may not please.
Fortunate the audience
That hears such honest thoughts as these.

Sobre a Integridade Artística (Poema)

Eu sigo a linha da autoindulgência
Toda vez que coloco minha caneta
Sobre a página e formo as palavras
Que senti, mas não pude mostrar até então
E a mim mesmo faço a pergunta
Por que eu me disfarço assim
Como alguém para um e para outro
Alguém diferente? Se eu, com medo
Do que a consequência de afirmar
Abridamente minha causa pode ser,
Quando eu grito e rimo e raciocino
Escrevo para eles ou para mim?
Acredito que há algum valor
Em criar para si mesmo
Mas por que expor ao público
O que é melhor deixar na prateleira?
Embora enquanto escrevo não sinta que
O que escrevo é só meu,
Mesmo isso pode estar equivocado
Como muitos que conheci
Que juraram, coitados, que possuíam
A chave do destino misterioso do homem,
Conseguiram convencer alguns,
Mas a maioria podia perceber que só falavam
Sobre assuntos que tocam algo vago
Que não pode ser provado, ou,
Em vez de conteúdo, falam em línguas
Mas não sabem para quem estão falando.
Não, eu não sou tão iludido;
Não sinto que represento
Alguma força divina, mas ainda sei
Que nunca estarei contente
Em ficar calado quando quero falar
Ou mudar minhas palavras para agradar o momento
Ou forçar um rubor em minha bochecha
Para fingir minha alegria com um amor azedo.
Não quero desapontar
A fé que os outros depositam em mim
Para guiar o caminho para dias melhores,
Mas às vezes o escuro é tudo que vejo.
Eu trabalho pelo bem, me esforço pela esperança,
Ninguém pode questionar minha intenção
Mas até mesmo aqueles que ouvem de perto
Podem muitas vezes confundir o que quis dizer.
Meu medo, percebi, é principalmente este: que estou errado,
Que minha percepção está distorcida,
Que escrevo besteira e chamo de canção.
Talvez eu sempre questione assim,
Desconsidere meus méritos, pensamentos e ações
Está tudo bem, contanto que eu ainda siga em frente
E veja aonde essa, minha visão, me leva.
Forte é ela que sabe o que quer
E fala, mesmo que não agrade.
A sorte do público
Que ouve pensamentos tão honestos como estes.




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