Fleur
Value even numbers on volume
Exist in a vacuum
We are starting to lose energy
Viewing Moon in apogee
Driving, hidden road reuniting
Distance dividing
Choosing our trajectory
Mastering cartography
Leave the map inside W tower
Watercolor eye, a scaleless butterfly
Are we just getting by idly unsatisfied
Craving transparency
But when you look at me
There’s just a cavity
Frozen physicality
One finger to the sky
A bird of paradise can never learn to fly
When did we stop feeling high
The earth is soil and sea
This weight is you and me
Embracing gravity
Regaining identity
Cloudy basement and choking
When I'm alone smoking
In the woods my favorite spot looks south
Tasting colors with my mouth
Tongue tied, subjectivity exiled
Pleasure in your life
You have been cutting your loss
I'm not the both of us
Never thought the ending would empower
You’re a honeybee, I am a flower
Watercolor eye
A drifting butterfly becoming satisfied
Separately identified
A sacred unity, a shifting reverie
Evolving naturally
We belong to nobody
Two fingers to the sky
A bird of paradise can never learn to fly
Growing roots is just as nice
The earth is soil and sea
This weight is you and me
Embracing gravity
Underneath the orange tree
Flor
Valorize os números pares em volume
Existir em um vácuo
Estamos começando a perder energia
Observando a Lua em apogeu
Dirigindo, estrada oculta se reunindo
Distância dividindo
Escolhendo nossa trajetória
Dominando a cartografia
Deixe o mapa dentro da torre W
Olho aquarelado, uma borboleta sem escamas
Estamos apenas passando o tempo, insatisfeitos
Desejando transparência
Mas quando você olha pra mim
Só há uma cavidade
Física congelada
Um dedo pro céu
Um pássaro do paraíso nunca aprende a voar
Quando paramos de nos sentir nas nuvens
A terra é solo e mar
Esse peso somos eu e você
Abraçando a gravidade
Recuperando a identidade
Porão nublado e sufocante
Quando estou sozinho fumando
Na floresta, meu lugar favorito olha pro sul
Provando cores com a boca
Língua presa, subjetividade exilada
Prazer na sua vida
Você tem cortado suas perdas
Eu não sou nós dois
Nunca pensei que o fim nos daria poder
Você é uma abelha, eu sou uma flor
Olho aquarelado
Uma borboleta à deriva se tornando satisfeita
Identificados separadamente
Uma unidade sagrada, uma reverie em mudança
Evoluindo naturalmente
Pertencemos a ninguém
Dois dedos pro céu
Um pássaro do paraíso nunca aprende a voar
Criar raízes é tão bom quanto
A terra é solo e mar
Esse peso somos eu e você
Abraçando a gravidade
Debaixo da laranjeira