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Em Memória de Uma Ilusão

Enchained Souls

In Memoriam de Una Ilusión

Quebrantados en casi imperceptibles trozos
De sollozo y penurias
Yacen sobre la inerte habitación
Los retazos del malgastado empeño
De un deseante por retoñar del fracaso
Anhelo de tan solo algo más
Que con la propia sombra compartir.

Seré el espejo de sus anempatías
Y estas el causal de nuestra disgregación.

Azotada bajo el chasquear
Del inconsciente aunque no menos despiadado látigo
De un cegádo violentador, dotado de incorresponido poder
Facultado por uno mismo.

Y a veces quisiera mutar,desvanecer la desgraciada forma
Fundirme en la eternidad del no volver a sentir jamás

Desgarra su último aliento de esmero
Por el ya utópico deseo
De su andar con un tercero adornar,
Mi ya exhausta alma, delega al sabio viento
Su futuro y devenir,
Confiando un puñado del polvo
De sus ya desintegrados huesos,
Y así viajar inmensidades hasta una
Almenos de un tercero, sombra, hallar.

Em Memória de Uma Ilusão

Quebrados em pedaços quase imperceptíveis
De choro e penúria
Jazem sobre o quarto inerte
Os retalhos do esforço desperdiçado
De um desejoso por renascer do fracasso
Anseio por apenas algo mais
Que compartilhar com a própria sombra.

Serei o espelho de suas anempatias
E estas a causa da nossa desagregação.

Sofrendo sob o estalo
Do inconsciente, embora não menos cruel, chicote
De um cego violentador, dotado de poder desmedido
Concedido por si mesmo.

E às vezes eu gostaria de mudar, desvanecer a forma infeliz
Fundir-me na eternidade de nunca mais sentir

Arranca seu último suspiro de esforço
Pelo já utópico desejo
De adornar meu caminhar com um terceiro,
Minha alma já exausta, delega ao sábio vento
Seu futuro e destino,
Confiando um punhado de pó
De seus já desintegrados ossos,
E assim viajar por imensidões até encontrar uma
Pelo menos de um terceiro, sombra.