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Sobre Bolotas que se Reúnem

Enchantment

Of Acorns That Gather

In graceful dance of ever, as fountains have towered above me
The days of celebration and that of the foul lake
Fathers of the knell...
...burn up the sun

And pluck me from my ripeness
As passion dies
As love itself has failed
And unto the earth we thrive
Of acorns that gather and cradle to kindest of ears
Even they are judged to a wintertide...
...judged by sorrow days

Through windows of sunken eyes
As time leads our summer's on
Nothing but idle tales...
...and flowers yet to be fair

Make the berries glutton with awe
Borrowed tears like a troubled ocean, thorns
Of earth's delight
Gathered like spreading fields for a fallow year
Deflower for love is a fever...
...and I swear from time...
...I even pity beauty itself

Sobre Bolotas que se Reúnem

Na dança graciosa do eterno, como fontes que se ergueram acima de mim
Os dias de celebração e aquele do lago fétido
Pais do sino...
...queimam o sol

E me arrancam da minha plenitude
Enquanto a paixão morre
Enquanto o amor em si falha
E à terra nós prosperamos
Sobre bolotas que se reúnem e embalam os ouvidos mais gentis
Até eles são julgados por um inverno...
...julgados pelos dias de tristeza

Através de janelas de olhos afundados
Enquanto o tempo leva nosso verão adiante
Nada além de contos ociosos...
...e flores que ainda não são belas

Faz as frutas se empanturrar de admiração
Lágrimas emprestadas como um oceano turbulento, espinhos
Do deleite da terra
Reunidas como campos se espalhando para um ano de pousio
Desflorar por amor é uma febre...
...e eu juro pelo tempo...
...até sinto pena da própria beleza

Composição: P. Jones, Enchantment