E La Tormenta
Waterspouts falls: I can't forget, I won't forgive
Too many nights, too many moons, too many wars
So empty knowledge pierces my soul
So envied moments drain my soul
Again the clouds (re)sound in me,
Again the light is coiled in purple
Knowledge and Madness are here again
They bleed my heart, cold rusty blade...
I throw myself in my nothing
and She's here, She is here, She is here.
And as I walk under the blackened sky
I rise my fist, I call my grief and wait.
Ruined walls all around me,
(as) Atlantis winds
I wait for the Blizzard, as she murmurs and cries
I long for my home, as she whispers and lies
The Blizzard comes forth, she roars, she rapes and she smiles
She's finally here and she rapes and she lies and she shouts
I rise my face from my without nothing
and she's no more, she's no more, she's no more...
Sono qui
su questa distesa di pietra bianca e vento
e sole che straccia il mondoin luce e ombra
Strutture immote: non ne colgo l'enormità
foglie decrepite e carta morta
non inizia la tormenta
non vuole questo posto
mi risucchio in me
vado dentro, giù
scosto quello che già so e vado oltre
profondo
è sempre lì l'eterna voragine del vuoto
sento la mia voce
mormora le parole di Searle
"Non la terza. La prima."
non la terza, la prima
e vedo; mi butto nel mio senza-niente
e lei è qui, lei è qui,lei è qui
ferite di scrosci d'acqua
il suono delle nuvole
il mondo nero strappato da istanti di luce
non c'è più cielo
io non sono più
solo la follia potente della materia
e la tormenta
io non sono più
solo la follia
e la tormenta
e la tormenta
e la tomrenta
E A Tempestade
Cai a água-viva: não consigo esquecer, não vou perdoar
Muitas noites, muitas luas, muitas guerras
Um conhecimento tão vazio fere minha alma
Momentos tão invejados drenam minha alma
Novamente as nuvens (re)ecoam em mim,
Novamente a luz se enrosca em roxo
Conhecimento e Loucura estão aqui de novo
Eles sangram meu coração, lâmina fria e enferrujada...
Me jogo no meu nada
e Ela está aqui, Ela está aqui, Ela está aqui.
E enquanto caminho sob o céu escurecido
Levanto meu punho, chamo minha dor e espero.
Paredes arruinadas ao meu redor,
(Como) ventos de Atlântida
Espero pela Tempestade, enquanto ela murmura e chora
Anseio pela minha casa, enquanto ela sussurra e mente
A Tempestade avança, ela ruge, ela estuprar e ela sorri
Ela finalmente está aqui e ela estuprar e ela mente e ela grita
Levanto meu rosto do meu nada
E ela não está mais, ela não está mais, ela não está mais...
Estou aqui
nesta extensão de pedra branca e vento
e sol que rasga o mundo em luz e sombra
Estruturas imóveis: não percebo sua enormidade
folhas murchas e papel morto
não começa a tempestade
não quer este lugar
me sugo em mim
vou pra dentro, pra baixo
afasto o que já sei e vou além
profundo
é sempre lá o eterno abismo do vazio
sinto minha voz
murmura as palavras de Searle
"Não a terceira. A primeira."
não a terceira, a primeira
e vejo; me jogo no meu sem-nada
e ela está aqui, ela está aqui, ela está aqui
feridas de chuvas torrenciais
o som das nuvens
o mundo negro rasgado por instantes de luz
não há mais céu
eu não sou mais
só a poderosa loucura da matéria
e a tempestade
eu não sou mais
só a loucura
e a tempestade
e a tempestade
e a tempestade