No Me Llames Cariño
No me llames cariño, no necesito caridad.
Ya no somos unos críos, ya está todo dicho,
Que cada uno siga su camino.
Cada uno en su lugar.
Cuando buscaba tu boca, el viento se llevaba mis besos,
Se estrellaban contra una roca de obsidiana pura,
Dejándome el alma rota, llenándome de amargura.
Cuando buscaba tus manos, quedaba solo en la pista,
Me apartabas de tu lado, el baile era con otro,
Como si fuera un extraño. ahora no te conozco.
No me llames cariño, no necesito caridad.
Ya no somos unos críos, ya está todo dicho,
Que cada uno siga su camino.
Cada uno en su lugar.
Cuando buscaba consuelo, tú no me escuchabas.
Nunca era el momento para mis depresiones,
Demasiados lamentos, demasiadas discusiones.
No me llames cariño, no necesito caridad.
Ya no somos unos críos, ya está todo dicho,
Que cada uno siga su camino.
Cada uno en su lugar. cada uno en su lugar.
No me llames cariño. ten caridad.
Não Me Chame de Amor
Não me chame de amor, não preciso de caridade.
Já não somos mais crianças, já tá tudo falado,
Que cada um siga seu caminho.
Cada um no seu lugar.
Quando eu buscava sua boca, o vento levava meus beijos,
Eles se estatelavam contra uma rocha de obsidiana pura,
Deixando minha alma despedaçada, me enchendo de amargura.
Quando eu buscava suas mãos, ficava só na pista,
Você me afastava do seu lado, a dança era com outro,
Como se eu fosse um estranho. agora não te conheço.
Não me chame de amor, não preciso de caridade.
Já não somos mais crianças, já tá tudo falado,
Que cada um siga seu caminho.
Cada um no seu lugar.
Quando eu buscava consolo, você não me ouvia.
Nunca era o momento para minhas depressões,
Muitos lamentos, muitas discussões.
Não me chame de amor, não preciso de caridade.
Já não somos mais crianças, já tá tudo falado,
Que cada um siga seu caminho.
Cada um no seu lugar. cada um no seu lugar.
Não me chame de amor. tenha caridade.
Composição: Enrique Bunbury