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O Farol de Lisboa

Bunbury

El Faro de Lisboa

Revolver:
Yo que recorro los mares y que palmo a palmo el mundo
De un confín a otro confín
Hoy tomo mi último rumbo desde mi cuerpo hasta el tuyo
Desde donde estoy a ti
Tú que recorres lisboa y sus calles y sus fondas
Con hombres de una sola vez
Tú serás mi último puerto para amarrarme a tu alma
Y solo yo vivir en él.

-estribillo-
Faro que alumbras al mundo por encima de la tempestad
Devuélveme la esperanza y que brille mi estrella
Pero no en soledad, oye mi voz mi última oportunidad...
Faro que alumbras al mundo alumbra mi vida.

E. bunbury:
Fotos y cartas marchitas
De cuando planes y sueños aún vivían en su piel
Dos vidas en dos maletas
Entre lisboa y madrid en una estación de tren
Él se durmió para siempre
Con su billete en la mano en un banco del andén
Y ella se apagó de golpe
Como se apaga una vela después del amanecer.

-estribillo-

Revolver:
Hoy reposan en silencio uno siempre junto al otro
Aunque en alma y en papel
Por fin se unieron sus vidas volcando las dos maletas
Sobre su mar a la vez

E. bunbury:
Otra historia como tantas de amor y de mala suerte y de un destino traidor
Pero en el puerto en lisboa cuando la luna te aplasta
Alguien canta esta canción.

(x2) -estribillo-

O Farol de Lisboa

Revolver:
Eu que percorro os mares e que palmo a palmo o mundo
De um canto a outro canto
Hoje tomo meu último rumo do meu corpo até o seu
De onde estou até você
Você que percorre Lisboa e suas ruas e suas tascas
Com homens de uma só vez
Você será meu último porto para me ancorar na sua alma
E só eu viver nele.

-refrão-
Farol que ilumina o mundo acima da tempestade
Devolva-me a esperança e que minha estrela brilhe
Mas não em solidão, ouça minha voz, minha última chance...
Farol que ilumina o mundo, ilumina minha vida.

E. bunbury:
Fotos e cartas murchas
De quando planos e sonhos ainda viviam em sua pele
Duas vidas em duas malas
Entre Lisboa e Madrid em uma estação de trem
Ele adormeceu para sempre
Com seu bilhete na mão em um banco da plataforma
E ela se apagou de repente
Como se apaga uma vela depois do amanhecer.

-refrão-

Revolver:
Hoje repousam em silêncio um sempre ao lado do outro
Embora em alma e em papel
Finalmente uniram suas vidas despejando as duas malas
Sobre seu mar ao mesmo tempo

E. bunbury:
Outra história como tantas de amor e de má sorte e de um destino traiçoeiro
Mas no porto em Lisboa quando a lua te esmaga
Alguém canta esta canção.

(x2) -refrão-