Dice un refrán
Dice un refrán y confieso,
que no es refrán pa' aliviarse:
"Cariño le toma el preso
a la reja de la cárcel."
Pero yo sé que eso nunca lograré,
acostumbrarme a tu ausencia no podré.
Vos estarás muy tranquila
en brazos de otro querer, y yo.
Estoy sufriendo lo mismo
por tu cariño, mujer,
estoy sufriendo lo mismo
que habrá sufrido la otra... ay sí...
cuando por vos la dejé.
Cuando por vos la dejé... y yo
tengo en el alma una hoguera,
no puedo más con tu amor...
Está bien que no me quieras,
pero dejar que me muera... ay sí...
es no tener corazón.
Es no tener corazón...
Por culpa de tus desvíos
hoy ando triste y enfermo;
por culpa tuya, bien mío,
hoy ya no como ni duermo...
Entre la vida y la muerte estoy, amor,
y este dolor de perderte es un horror...
Vos estarás muy tranquila
en brazos de otro querer, y yo...
Diz um ditado
Diz um ditado e confesso,
que não é ditado pra se aliviar:
"O amor pega o preso
na grade da prisão."
Mas eu sei que isso nunca vou conseguir,
me acostumar com sua ausência não vou conseguir.
Você deve estar bem tranquila
nos braços de outro amor, e eu.
Estou sofrendo o mesmo
pelo seu carinho, mulher,
estou sofrendo o mesmo
que a outra deve ter sofrido... ai sim...
quando por você a deixei.
Quando por você a deixei... e eu
carrego na alma uma fogueira,
não aguento mais seu amor...
Tudo bem que não me queira,
mas deixar que eu morra... ai sim...
é não ter coração.
É não ter coração...
Por causa dos seus desvios
oh, hoje ando triste e doente;
por sua culpa, bem minha,
hoje já não como nem durmo...
Entre a vida e a morte estou, amor,
e essa dor de te perder é um horror...
Você deve estar bem tranquila
nos braços de outro amor, e eu...