A Divine Tragedy
What is this tragic and severe symphony that I hear, called love?
So macabre in lust and yet so sweet and delightful in its taste
It leaves my poor heart as a bleak shadow overwhelmed by the cursed darkness.
In mourn imprisoned forever strangled by own hands. I beg thee;
Please blow my candle - The source of my mortal life.
And bless me with the gift so that I may end all this with me...
Now I witness decay for I am the one who withers...
My bleeding wounds are rotting with a stench o'so disgraceful
Teeth and claws are sunken deep into my flesh
Nails are thrusted inot (my) palms and feet...
Am I to carry the burden of those who betrayed me and my feelings?...
before their sickening eyes and in front of mine...
Cursed by thee, fool, who claims to false words,
for liar follows liar, both in act and in tounge.
Indifference of existence - this pattern thou hast created
it sparkles in its weakness...
Already immortal without even having had to live
Existing to bee seen, yes; but only as the creator decides...
We die in a circle of despite
An endless roundabout around our worthless aspects
Only awaiting extinction...
A gray teared face awaits the cold lips of death
Which at last shall draw my final breath...
Uma Tragédia Divina
O que é essa sinfonia trágica e severa que ouço, chamada amor?
Tão macabra na luxúria e ainda tão doce e deliciosa em seu sabor
Deixa meu pobre coração como uma sombra sombria dominada pela maldita escuridão.
Em luto, aprisionado para sempre estrangulado por minhas próprias mãos. Eu te imploro;
Por favor, apague minha vela - A fonte da minha vida mortal.
E me abençoe com o dom para que eu possa acabar com tudo isso comigo...
Agora testemunho a decadência, pois sou eu quem murcha...
Minhas feridas sangrentas estão apodrecendo com um fedor tão vergonhoso
Dentes e garras estão cravados profundamente na minha carne
Unhas cravadas em (minhas) palmas e pés...
Devo carregar o fardo daqueles que me traíram e meus sentimentos?...
Diante de seus olhos nauseantes e na frente dos meus...
Maldito por ti, tolo, que se apega a palavras falsas,
pois mentiroso segue mentiroso, tanto em ato quanto em língua.
Indiferença da existência - esse padrão que criaste
brilha em sua fraqueza...
Já imortal sem nem mesmo ter vivido
Existindo para ser visto, sim; mas apenas como o criador decide...
Morremos em um círculo de desprezo
Um interminável carrossel em torno de nossos aspectos sem valor
Apenas aguardando a extinção...
Um rosto cinza e choroso aguarda os lábios frios da morte
Que finalmente desenhará meu último suspiro...